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Colunas: Paulo Pires
 
 
ACADEMIA DO PAPO
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:Publicado em 04/10/2008, às 19:28

Por Paulo Pires*

Da importância de Bin Laden

Já que estamos em outubro e foi neste mês que André Breton escreveu o famoso Manifesto Surrealista [1924], nada mais oportuno que tentar dizer algumas coisas sobre o seu oposto que recebe o nome de Realidade. Inicialmente é preciso dizer que ninguém sabe ao certo o que é Realidade. Filósofos, religiosos, povo e cientistas de modo geral não sabem o que é isso. Os doidos foram os que mais se aproximaram dela. Porém quando descobriram a sua essência e como ela é manipulada, ficaram totalmente malucos e renunciaram vivê-la. Em suma: A realidade é impossível. Vivê-la nos termos em que é colocada torna a vida dos seres humanos (e dos outros bichos também) um verdadeiro suplício. Será que ela existe? Será que o que nos impõem como real é real? Ou será que somos apenas um sonho, como afirmou o maravilhoso e genial William Shakespeare?

(Clique aqui e veja a íntegra da matéria)

 
 
ACADEMIA DO PAPO
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:Publicado em 30/09/2008, às 15:14

Por Paulo Pires*

Festival de música Uesb-Petrobrás

Neste final de semana, participei mais uma vez como membro do júri do Festival de Música da UESB. Foi uma festa. Quinta, sexta e sábado, o público de Conquista teve oportunidade de assistir a um verdadeiro mosaico de manifestações estético-musicais vindo dos mais diversos lugares do País. Do Oiapoque ao Chuí chegou gente, tivemos concorrentes. Maravilha!

(Clique aqui e veja a íntegra da matéria)

 
 
ACADEMIA DO PAPO
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:Publicado em 26/09/2008, às 07:33

Por Paulo Pires*

Meninos diferentes (ou lá vem Zé Lopes)

O ano era de 1965 ou 66 (não me lembro bem) estávamos no Cine Ritz, onde funcionava também a Rádio Clube de Conquista. O filme em tela era O Manto Sagrado, com Richard Burton, Victor Mature e a bela Jean Simmons. Chovia prá cacete e você pode até não acreditar: começou a pingar dentro do cinema. De repente, sem quê nem prá quê, alguém começou a tossir numa altura descomunal. A coisa se tornou tão incômoda que as goteiras passaram a um segundo plano na escala das inconveniências. Sinceramente se a cena se não fosse trágica, seria cômica. Nunca vi tanta esculhambação em uma sessão de cinema como vi naquele dia. E olhe que já vi Zé Lopes flagrando uns espertinhos bolinando namoradas puritanas que me deixaram sem graça dentro do escurinho do Riviera e do Cine Madrigal.

(Clique aqui e veja a íntegra da matéria)

 
 
ACADEMIA DO PAPO
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:Publicado em 22/09/2008, às 15:40

Por Paulo Pires*

Música de primeira

A TV Senado repetiu neste final de semana a Orquestra Filarmônica de Berlim com o Trio Marcus Roberts (piano) Roland Guerin (contrabaixo acústico) e Jason Marsalis (bateria). Como diz nosso amigo Bozó: Coisa de primeiro mundo. O último dos músicos citados, Jason, pelo sobrenome logo é identificado como alguém do clã Marsalis. É isso aí. O baterista é irmão de Wynton Marsalis, um dos grandes nomes do jazz contemporâneo. Mesmo quem não é lá muito chegado à música erudita, ao passar pelo canal que exibia o espetáculo (aquilo sim, deve ser chamado de espetáculo!) certamente ficou impressionado com o que viu. Todo o repertório com músicas de George Gershwin conseguiu dar aos componentes da Filarmônica uma expressão de satisfação intraduzível. Era visível a alegria dos respeitáveis músicos de Berlim tocando a grande música do americano Gershwin. Duas peças fundamentais desse gênio americano fizeram o deleite dos espectadores, telespectadores e músicos: Um americano em Paris (obra de entrada) e Rhapsody in Blue (a segunda) levaram todos ao delírio. Quando o trio de Marcus Roberts tocava e os músicos sinfônicos aguardavam suas entradas, via-se claramente que os artistas da Orquestra se deliciavam com o que ouviam do trio.

(Clique aqui e veja a íntegra da matéria)

 
 
ACADEMIA DO PAPO
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:Publicado em 20/09/2008, às 07:51

Por Paulo Pires*

Cartas e declarações de amor

A Revista Época desta semana traz uma matéria sobre o grande João Guimarães Rosa. Embora não seja assinante dessa publicação, vibrei com o conteúdo. Nela estão reproduzidas algumas cartas de amor do grande mestre da língua portuguesa para a sua amada Aracy de Carvalho (claro, sua esposa Ara). O que impressiona e ao mesmo tempo confirma-se é que quando o sujeito está apaixonado, fica encantadamente ridículo. E o nosso Rosa (como lhe chamavam os amigos) não foge à regra.

(Clique aqui e veja a íntegra da matéria)

 
 
ACADEMIA DO PAPO
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:Publicado em 18/09/2008, às 16:51

Por Paulo Pires*

O Barão de Macaúbas

Naqueles idos de 1962, estudava eu aqui em Conquista no Colégio Barão de Macaúbas. Tinha bons colegas, boas imagens locais e ainda por cima, belas meninas em minha companhia. Resumindo: minha vida era um palco iluminado. O Barão era uma escola prá lá de gostosa. Para o amigo se situar, informo que o prédio ficava onde hoje está o Fórum João Mangabeira. No fundo havia um campinho. Este ficava onde construíram o SAC. É isso aí. Acrescento ainda que naquele tempo eu jogava um bom futebol, embora não chegasse nem perto de Gerson, irmão de Dio Padeiro. O camarada possuía um domínio de bola espetacular. Para não fugir à regra dos adolescentes, de vez em quando escapulia do Barão e ia à Escola Normal para ver os meninos que jogavam melhor que eu. Três eram simplesmente endiabrados. O primeiro chamava-se Ermi, o segundo Espríto (Carlos, atualmente motorista de táxi no Conquista Sul) e o terceiro Naldo. Dos três hoje sei do paradeiro de Carlinhos (que nunca fica parado, graças a Deus) e Naldo, que volta e meia encontro nas imediações da Rua Treze de Maio, próximo à Alfaiataria de Zoín (grande craque do futebol antigo de Conquista).

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ACADEMIA DO PAPO
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:Publicado em 15/09/2008, às 16:48

Por Paulo Pires*

Dois poetas e eu

Hoje acordei com sensibilidade de poesia. Como sou um poeta de produção baixíssima - bissexto, na linguagem dos literatos - resolvi lançar mão de um poeta (mais admirado como cronista) e ocupar este espaço que deveria estar preenchido por uma crônica. Faço isso com tranqüilidade porque sei o que acontece quando confrontamos crônicas de um escritorzinho municipal (eu) com a poesia de um reconhecido escritor federal. Claro que a opção será sempre letra B. 0 escritor federal, no caso, é Antônio Maria. Ou, simplesmente Maria, como lhe chamavam os amigos (dentre esses, o mais querido, Vinícius de Moraes).

(Clique aqui e veja a íntegra da matéria)

 
 
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:Publicado em 06/09/2008, às 17:21

Por Paulo Pires*

Dois poetas e eu

Hoje acordei com sensibilidade de poesia. Como sou um poeta de produção baixíssima - bissexto, na linguagem dos literatos - resolvi lançar mão de um poeta (mais admirado como cronista) e ocupar este espaço que deveria estar preenchido por uma crônica. Faço isso com tranqüilidade porque sei o que acontece quando confrontamos crônicas de um escritorzinho municipal (eu) com a poesia de um reconhecido escritor federal. Claro que a opção será sempre letra B. 0 escritor federal, no caso, é Antônio Maria. Ou, simplesmente Maria, como lhe chamavam os amigos (dentre esses, o mais querido, Vinícius de Moraes).

(Clique aqui e veja a íntegra da matéria)

 
 
ACADEMIA DO PAPO
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:Publicado em 05/09/2008, às 08:17

Por Paulo Pires*

Campanha sem sal

Ideologia é ideologia. Assim definiria a grande escritora Gertrude Stein lhe perguntassem o que é ideologia. Foi mais ou menos com esses termos a resposta que ela deu quando lhe perguntaram o que era uma rosa.. O que acho admirável nessa escritora é a sua inteligência para dispensar discursos teóricos enfadonhos que só os idiotas necessários têm coragem de expor. Coisas óbvias não se explicam. Elas mesmas se confessam pela superfície e pela profundidade.

(Clique aqui e veja a íntegra da matéria)

 
 
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:Publicado em 03/09/2008, às 08:11

Por Paulo Pires*

Como vencer um debate sem ter razão

O filósofo Athur Schopenhauer - que era um sujeito complicadíssimo - escreveu uma obra onde adverte a todos sobre o uso da dialética erística como instrumento de confundir a cabeça dos outros. O livro acabou sem ser concluído, porque o autor foi convidado “a subir” para os céus antes de perturbar a todos aqui na Terra. Quem conhece um pouquinho da História da Filosofia sabe que o alemão era uma cara meio pirado. A começar pelas suas relações com as mulheres (incluindo a própria Mãe). Um sujeito que se relaciona mal com a Mãe já diz bem quem é. E se ele não se dá bem com mulheres, deve ser um biruta completo. A esse propósito, creio que as feministas o excomungam diariamente.

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:Publicado em 02/09/2008, às 04:48

Por Paulo Pires*

Na pista de Zé Raimundo

Conforme prometi na crônica anterior, neste domingo fui andar na Olívia Flores. Pensei comigo: Já que é prá andar de verdade, vamos percorrer toda a Avenida. Meti o pé na estrada e fui até a AABB. Na volta, quando entrei na velha Estrada da UESB (hoje também Olívia), notei uma pista de cimento que a Prefeitura está fazendo para os pedestres. A outra, de asfalto, é para ciclistas. É claro que já apareceram uns desavisados metendo bicicletas na de cimento. Ô povo que gosta de esculhambar!

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ACADEMIA DO PAPO
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:Publicado em 28/08/2008, às 08:24

Por Paulo Pires*

Medroso. Muito Medroso!

Domingo à tarde, após dois dias de furdunço no Festival de Inverno, resolvi dar uma caminhada para queimar os excessos da sexta e do sábado. Calcei um velho tênis e pé na estrada. Claro que optei pela Avenida Olívia Flores. Primeiro porque moro próximo, segundo porque temos uma insaciável curiosidade para ver como estão as coisas em uma das mais badaladas avenidas da cidade (a outra é a Frei Benjamin). Gente como o diabo! A rapaziada é incansável. Na região do Bar e Restaurante Costinhas, América Bar, Cai Um, Estação Arte e Boca de Forno, havia uma aglomeração humana, semelhante às famosas festas de Trafalgar Square em Londres.

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:Publicado em 19/08/2008, às 15:20

Por Paulo Pires*

Medalhas de Ouro

Aos que estão decepcionados com o desempenho dos nossos atletas nas Olimpíadas de Pequim, aviso logo: Estou achando nossos representantes maravilhosos. Prá não dizer ótimos. Se formos levar em conta que a maioria desses atletas são gente do povo e que o povo no Brasil só começou a ser incluído na história do País a partir da década de 30 do século passado, estamos indo muito bem. O Brasil é um país novo. Novíssimo. Repetindo: O povo brasileiro só começou a existir e a participar da construção do País a partir de Getúlio Vargas. Mesmo considerando que Dom Pedro II fez um reconhecido esforço para nos incluir na História, sua luta foi insuficiente. Os governantes e a elite burguesa brasileiros nunca pensaram no povo como entidade participante. O que existia era uma aliança repugnante entre governantes e coronéis, tornando a grande massa social uma entidade abstrata. Abstrata sob o ponto de vista das decisões econômico-político-sociais. Resumindo: O povo nunca participava dos centros de decisão.

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:Publicado em 18/08/2008, às 07:53

Por Paulo Pires*

Quando morre um grande: Dorival Caymmi

“Um bom lugar prá passear, Copacabana”. Eis aí um dos temas criados pelo grande Caymmi para homenagear o bairro onde morou boa parte de sua vida. O Brasil recebe com pesar a despedida do velho bardo. Ou rapsodo, como disse Assis Chateaubriand naqueles idos de 1938. Dorival, recém chegado ao Rio de Janeiro, estava no estúdio da Rádio Tupi fazendo um teste com Dermeval Costa Lino, quando o poderoso Assis Chateaubriand adentrou o ambiente. Dr. Assis, aos brados, como era do seu costume, procurava pelo Diretor artístico. Dermeval era o diretor e estava naquele momento ouvindo canções de um baiano que acabara de chegar.

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:Publicado em 12/08/2008, às 16:45

Por Paulo Pires*

Baleiro, Bebè e Carcará

Não faz muito tempo, Anderson Oliveira publicou no Blog (o de Anderson, claro) fotos de uma das figuras mais notáveis da Alameda Ramiro Santos. Trata-se de Carcará. O cidadão que poeticamente atende por esse nome é aquele que anda com uns penduricalhos (martelos, alicates, pés de ferro e outros bichos) gritando: “Olha a feijoada”. Nós, transeuntes menos avisados, quando ouvimos o grito de guerra, constatamos que a voz vem de um senhor de aproximadamente 60 anos. O seu brado ecoa há muito tempo. Nos idos de 1960, minha geração já o identificava: “Olha a feijoada!”. E sabia: Era Carcará!

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:Publicado em 08/08/2008, às 15:31

Por Paulo Pires*

Cachorro Candidato

Os Estados Unidos da América é um país espetacular. Lá, efetivamente a democracia, pelo menos aquela referente ao consumo interno, funciona direitinho. As coisas são organizadas e atendem em quase sua totalidade à concepção de Estado do Bem Estar Social. A gente fala mal da hegemonia americana, da arrogância americana, do capitalismo americano, da intromissão americana, em suma, de uma cacetada de coisas desprezíveis que os americanos fazem e tentam impor ao resto do mundo. Uma coisa, porém, é certa: Não há no planeta nação onde os direitos do cidadão (os de lá, claro) sejam mais reconhecidos.

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:Publicado em 06/08/2008, às 08:21

Por Paulo Pires*

Um restaurante chamado Bistrô

No final do século XX, reinava no mundo da gastronomia ocidental três franceses: Paul Bocuse, Gaston Lenotre e Pierre Troigros. Conforme os melhores guias de culinária do Ocidente, esses três cozinheiros enfileiravam o que havia de mais refinado no território das comidas. Os três foram responsáveis pelos melhores almoços, melhores jantares nos melhores salões do mundo. Eu que nunca tive o privilégio de participar desses festins, fico imaginando sobre a qualidade do que eles produziram. E agora, na atual conjuntura, só dá prá imaginar mesmo. É que com essa lei seca, implacável, evito sair de casa para não ser abatido por uma blitz do Departamento de Trânsito. Apesar de tudo, concordo que a lei é fundamental.

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:Publicado em 01/08/2008, às 19:54

Por Paulo Pires*

Como dizia Nei Ferreira

O ministro Ayres Brito do Superior Tribunal Eleitoral pediu ontem (31-07-2008), em rede nacional de televisão que os brasileiros ficassem atentos às eleições e não votassem em candidatos “que compram votos”. Em linguagem extremamente popular seu pronunciamento, creio eu, teve a clara intenção de atingir a todas as camadas da sociedade brasileira.

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:Publicado em 29/07/2008, às 16:12

Por Paulo Pires*

Fotos antigas e a nova cidade

O genial Oscar Wilde afirmava não existir coisa mais velha do que jornal de véspera. Realmente, jornal do dia anterior é tão sem graça quanto dançar com irmã. Interessante dizer que, contrapondo-se ao anacronismo do jornal de véspera, fotografias antigas são refrigérios indispensáveis para a memória e a alma de qualquer povo. O Blog do Anderson, nesse sentido, tem trazido para os seus leitores, verdadeiro acervo cultural em imagens fotográficas, cujas estampas são reveladoras de uma Conquista de até 80 anos passados. È uma delícia. Nas fotos podemos ver como eram os nossos logradouros e o nosso povo. O vestuário das pessoas e o estilo de vida, também podem ser avaliados pela nossa amadorística câmera iconográfica e etnológica. Como sou um saudosista incurável, confesso que mergulho nas imagens como um remoto participante daquele tempo. Insisto em dizer: é uma delicia!

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:Publicado em 25/07/2008, às 15:51

Por Paulo Pires*

Um homem de respeito

Nelson Mandela é, sem dúvida, uma das dez maiores personalidades do século 20. Pelé esteve com ele há uns dias e disse que já havia mantido contato com reis, papas, presidentes, sultões e o escambau, mas quando se aproximou do sul africano para cumprimentá-lo sentiu um magnetismo tão intenso que até hoje não sabe explicar o que aconteceu. O homem é um verdadeiro ímã, disse o nosso ex-rei do futebol. Mandela, que esteve em cana durante 27 anos, tem sido alvo das mais diversas homenagens e por onde tem passado demonstra porque faz jus a todas elas. É impressionante!

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:Publicado em 21/07/2008, às 15:56

Por Paulo Pires*

Zé Góis da Rio Bahia

Nosso amigo Herzem Gusmão gentilmente enviou um e-mail cheio de musicais com temas brasileiros e estrangeiros. Parece-me que ele, por sua vez, recebeu o material do Getulio Aurich (cujo sobrenome aponta parentesco com Norberto Aurich). Agradeço ao Herzem pela lembrança e, como costuma acontecer com as pessoas idosas (meu caso), à medida que a gente vai conversando e vendo coisas, vão surgindo novas idéias, lembranças e diálogos. É que na relação das músicas consta uma de autoria de João Bosco, denominada Benzetacil. Pronto, isso foi o suficiente para minha memória associar esse medicamento a uma pessoa que durante muito tempo trabalhou no ramo de farmácias: Zé Góis.

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:Publicado em 17/07/2008, às 15:21

Por Paulo Pires*

André de Sapato Novo

Andava pela Alameda Ramiro Santos e eis que me deparei com Carlos Cansadinho. O homem é elétrico, não pára. Cansadinho, prá quem não se lembra, é aquele filósofo que mora na Urbis II e que de vez em quando me auxilia com as suas tiradas que são verdadeiras lições de vida. Nosso amigo estava radiante. Acabara de sair de uma loja de calçados e me mostrou nos pés um belo par de sapatos marrons. Fiquei impressionado. Primeiro pela beleza do pisante; segundo, pelo tamanho do par que, a meu ver, pareceu-me um pouco grande para a altura do proprietário (visivelmente mais baixo que eu). Perguntei-lhe se era do seu costume comprar coisas e usá-las imediatamente. Ele respondeu que sim. E explicou: “Uso logo porque não sei se amanhã estarei vivo. O desgraçado que for usar minhas coisas, terá que pegar de segunda mão”, completou. Sinceramente, acho que ele está mais ou menos certo.

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:Publicado em 10/07/2008, às 08:21

Por Paulo Pires*

Herodes de Belém

Diz o anedotário esportivo brasileiro que o ex-craque Baiaco (Esporte Clube Bahia) ao chegar a Belém do Pará, concedeu uma entrevista pitoresca (como sempre), onde afirmou se “sentir muito feliz em jogar na terra em que Jesus nasceu”. O repórter, irônico com o grande meio-campista, disse que aquela cidade estava a milhares de quilômetros da outra Belém (da Judéia), onde nascera o menino Jesus. Nosso folclórico craque se deu conta da mancada e sorriu.

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:Publicado em 01/07/2008, às 21:01

Por Paulo Pires*

O melhor candidato e o Bar de Osório

A partir de hoje Vitória da Conquista tem definidos os nomes dos pleiteantes a Prefeitura Municipal. São três nomes muito bons. Tenho por eles uma admiração enorme. Diria que me encontro numa encruzilhada. Estou acabrunhado. Só tenho um voto. Se pudesse votaria nos três. Ah, como é bom votar! O único defeito do voto é esse: a gente só pode votar em um. Conquista, neste sentido, está bem servida. Como a justiça eleitoral não permite comentários a respeito dos pleiteantes (êta democracia castradora!), evito falar do perfil de cada um.

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:Publicado em 01/07/2008, às 08:16

Por Paulo Pires*

Sete Sábios do interior de Conquista

O assunto sobre os nossos sábios despertou tanto interesse que resolvi fazer uma lista inicial - tipo balão de ensaio - dos Sete Sábios do interior de Conquista. Não adotei critérios científicos para a sua elaboração. Critérios científicos seriam aqueles baseados na História, na Sociologia, na Psicologia, na Antropologia, na Literatura, na Cultura Geral e por aí afora. Dispensei pesquisas de campo, questionários, entrevistas, escalas de atitude e/ou outros instrumentos de mensuração. Recusei tudo isso e tomei como base informações orais – confiáveis - sobre a nossa catingueirada. Um dos consultores foi Hidelbrando Oliveira, profundo conhecedor do assunto. Acrescento que expoentes de nossa cultura interiorana como Humberto Flores, José William de Oliveira Nunes e José Pedral Sampaio não foram consultados. Isto, por certo, promoverá dúvidas quanto à minha lista. De uma coisa, porém, podem estar certos, os catingueiros mencionados correm até o risco de não fazer parte de sua lista ou desagradar a de tantos outros, mas que são inteligentes, disso não há dúvida.

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:Publicado em 28/06/2008, às 18:05

Por Paulo Pires*

Curso para formação do Novo Homem

Estou alegre. Descobri o meu quinto leitor. Trata-se do tradicional empresário rural e imobiliário Paulo Márcio Cardoso. Ontem à tarde, enquanto atravessava a Praça Barão do Rio Branco, meio distraído, atendi a um aceno de mão e vi o Paulo indagando sobre a lista com os nomes dos sete sábios de Conquista. Ele estava ao lado de dois companheiros. Para não interromper o colóquio dos três, achei melhor não me aproximar, diz a boa educação (se é que tenho alguma). Mas, de passagem, prometi a ele os nomes dos sábios, posteriormente.

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:Publicado em 25/06/2008, às 15:12

Por Paulo Pires*

Os sete sábios: da Grécia e de Conquista

Onde encontrar sabedoria? Ou, melhor, onde encontrar sábios? Seria possível fazer uma lista de pessoas sábias aqui em Conquista? O filósofo Platão, na velha Grécia, parece não ter tido muita dificuldade. Mas, e no Planalto Baiano, seria fácil? O grande filósofo foi extremamente feliz na sua lista. A prova disso é que até hoje ela continua propagada pelo mundo afora. Do mesmo modo, diria que é extremamente difícil fazer uma lista de pessoas ricas. Favor não confundir pessoas com grandes patrimônios com pessoas ricas. Estas últimas pertencem a uma categoria totalmente diferente das primeiras. O mesmo fenômeno ocorre no campo do conhecimento. Existem pessoas estudiosas, cultas, profundas (tenho pavor dessas) e o escambau. Mas o que me interessa são pessoas sábias.

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:Publicado em 23/06/2008, às 14:41

Por Paulo Pires*

Baba cachorrão

O Brasil está sofrendo uma das maiores crises institucionais de todos os tempos. É que a Mulher Melancia entrou na justiça contra Thammy Gretchen, reivindicando a autoria da música “Baba Cachorrão”. Vejam a que nível chegamos. Imaginem vocês, nosso judiciário, super bem pago pelo contribuinte, acionado pelas litigantes para discutir o direito de autoria dessa obra prima...

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:Publicado em 20/06/2008, às 16:24

Por Paulo Pires*

Proposta indecente, resposta coerente

Uma grande amiga – feminista até a medula - tem o saudável hábito de enviar e-mails para pessoas de sua convivência. O último que recebi aborda uma história deliciosa. Trata-se de uma moça (interesseira) se oferecendo a um site de finanças para ver se arranja um homem bem de vida. Vamos à estória, que começa com a moça se apresentando:

'Sou uma garota linda (maravilhosamente linda) de 25 anos. Sou bem articulada e tenho classe. Estou querendo me casar com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano.

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:Publicado em 19/06/2008, às 08:22

Por Paulo Pires*

Impostos e Piada

Por força da profissão, há muito tempo estudo o Sistema Tributário Nacional. Devo reconhecer que o normativo tributário brasileiro é meio indigesto para ser entendido. Por outro lado, acrescento que afirmações de sermos [ou termos] a maior carga tributária do mundo, não procedem. Também não procede a informação de ser a nossa legislação a mais complicada entre todas. Em relação à carga tributária, somos o 29º país do mundo, conforme Iudícibus & Pohlmam in Tributação e Política Tributária (Atlas, 2006). Quanto a complexidade da legislação, não somos também os mais complexos. O prof. Steimom (Yale University, 1993), informa que a legislação tributária americana é tão pesada que itens como árvore de natal, pomares, smokings, etc. são objetos de dedicadas apreciações do código yanque. A propósito, o citado professor assegura que o aludido código é “um ensaio notável de obscuridade sustentada”. E continua: “Tem as características de uma conspiração para restringir a compreensão. A conspiração nunca acaba porque as alterações nunca terminam”. Depreende-se daí que o problema não é só do Brasil. Ufa!

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:Publicado em 14/06/2008, às 08:15

Por Paulo Pires*

Mulher Melancia

A bola da vez agora é a Mulher Melancia. A morena da padaria descomunal, além de gostosa, tem demonstrado um talento fora do comum. Na Rede TV, quarta feira (11-06-2008), ela cantou um funk que disse ser de sua autoria. A letra, verdadeira obra de arte, diz mais ou menos assim: “Cinturinha fina e um popozão gigante, sou a Mulher Melancia e rebolo a todo instante”. Como se vê, é inquestionável a qualidade de sua poesia, aliada a uma melodia que mesmo um mestre da música como Stravinsky não teria constrangimento em se curvar diante de tanta estética. Em outro trecho genial, a Melancia, ou melhor, a Mulher Melancia canta: “A velocidade 5 eu ensinei para vocês, agora quero ver, a velocidade 6”. Impressionante!

(Clique aqui e veja a íntegra da matéria)

 
 
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:Publicado em 12/06/2008, às 08:49

Por Paulo Pires*

Cidade romântica: Dia dos namorados

O site Viaje Aqui está promovendo uma enquete sobre a cidade mais romântica do Brasil. Eu já escolhi a minha: Vitória da Conquista. A cidade é tão romântica que já estabeleci até o roteiro para aproveitar o Dia dos Namorados. Vou mandar lavar o carro (e tomar um banho também) vestir uma roupa limpa, pegar a namorada e depois parar num lugar bem acolhedor para me derramar em firulas sentimentais. Lugar não falta. Temos um número enorme de ambientes onde se pode fazer um programa sem precisar gastar muito (recomendo aos “duros” como eu, que façam o mesmo!).

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:Publicado em 08/06/2008, às 09:48

Por Paulo Pires*

Bomba Gay

SVoltando ao prêmio IgNobel, esqueci de dizer que um dos seus ganhadores foi um cientista que propôs ao governo americano utilizar em suas guerras malucas uma Bomba Gay. O grande invento (?) consistia no seguinte: Os americanos lançariam a bomba sobre as tropas inimigas e de repente todos os adversários, embriagados por um pó químico contido na bomba, reagiriam com a maior boiolagem ao ataque. Meu consultor para assuntos de sacanagem Carlos Cansadinho, disse que os soldados adversários ao ficarem boiolados, imediatamente baixavam as calças das fardas e, naquela posição que Napoleão perdeu a guerra, gritavam com o sotaque inconfundível da categoria: “Vai... encarar?”.

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:Publicado em 29/05/2008, às 15:44

Por Paulo Pires*

La Bombonera e a Mamoneira

Se o amigo é Conquistense como os irmãos Maurão e Marcelo - o primeiro é dono de um Bar no Terminal Lauro de Freitas e o segundo não sei por onde anda - certamente gosta de futebol e já ouviu falar em La Bombonera, o famoso Estádio do Boca Juniores. Pois não é que Vitória da Conquista, sem querer, imitou Buenos Aires e criou nos idos de 50 até final dos anos 70 um ambiente com nome parecido chamado A Mamoneira? E se você, caro amigo, for Conquistense da gema, deve ter ido pelo menos uma vez visitar aquele local. A Mamoneira, juntamente com o Magassapo, eram dois pedaços da área central da cidade mantidos em altíssima discrição. Foi lá onde durante muitos anos funcionou o famoso Cabaré de Branca. Pois é, amigos, onde hoje está o nosso Ceasa, funcionavam casas de tolerância (aquelas das luzinhas vermelhas) e que nas horas de aperto, a rapaziada prá lá se dirigia, com o justificado apelo de “trocar o óleo”. Era um alívio. Muitas e muitas vezes, vi cabôco saindo daquele local palitando os dentes, na maior cara de pau. Parecia estar saindo de uma churrascaria (aliás esse hábito hoje é pouco recomendado).

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:Publicado em 20/05/2008, às 17:05

Por Paulo Pires*

Kara-tê

Li no blog de Herzem um recado do Sr. Souza Lima, convidando moças de Conquista para contato. Ele se apresenta como solteiro e trabalhador. E conclui dizendo não possuir carro. Pela advertência e importância que dá a esse item, penso que ele sabe quanto vai ser penoso arranjar uma namorada. Diante de uma sociedade que não está nem aí prá caráter, desde que o indivíduo seja dono de um bom patrimônio, sua preocupação é justificada. Entendo a aflição do nosso amigo. Ele se diz solteiro. Quer dizer: sob o ponto de vista civil está em condições de pleitear livremente uma moça, demonstrando não ter rabo preso. Diz também ser trabalhador. Isso é muito importante. Por dois motivos. O primeiro relaciona-se a vínculos laborais que o leva a viver por conta própria. O segundo identifica-o como um sujeito que, dentro de suas possibilidades, pode montar uma casa e construir uma família harmoniosa
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:Publicado em 13/05/2008, às 16:05

Por Paulo Pires*

A derrota da máscara

Falando sério. Ia escrever sobre a derrota do Flamengo para o América do México (3 a Zero, pleno Maracanã). O jogo foi incrível. O Flamengo entrou com tanta máscara que esqueceu o adversário. O América ficou tão acabrunhado com a mascaração dos puxa sacos de Joel Santana que resolveu aplicar na pleura do time da Gávea um relho de couro cru dos antigos astecas. Bem feito. Meu amigo Márcio Ferraz, auxiliar de Nailton Prates, vai ficar surpreso com a minha renúncia em me estender sobre o jogo. É que a gente não deve – como dizia o Samuel Wainer – bater em coisas e pessoas que já estão no chão. Portanto, deixo o Flamengo e os flamenguistas em paz.

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ACADEMIA DO PAPO
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:Publicado em 06/05/2008, às 13:59

Por Paulo Pires*

Futebol: animais e dignidade

Destacada tenista do circuito internacional (Maria Emília ainda está no nacional) afirmou recentemente que “quando você ouvir alguém dizendo que no esporte não importa vencer; certamente essa pessoa perdeu”. Malgrado o respeito que a grande esportista merece, penso que o seu pensamento revela-se pouco tolerante com os perdedores. No esporte, como em muitas coisas na vida, todos devem aceitar que o título de campeão só pode ser conferido a um competidor ou a uma competidora. Seria extremamente ilusório e extremamente insípido se todos fossem contemplados com o título.

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ACADEMIA DO PAPO
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:Publicado em 05/05/2008, às 16:10

Por Paulo Pires*

Duas figuras monumentais

Alguém disse que o grande escritor e jornalista americano Norman Mailler havia adotado os Estados Unidos como o seu assunto. Realmente, Mailler era fissurado na América do Norte. Era o seu tema predileto. Como bom nova-iorquino, mas não só por isso, o homem conhecia tudo, ou quase tudo do seu País. Observem que eu disse “bom nova-iorquino”. Convém acrescentar, como dizem os bostonianos, que esta cidade [Nova Iorque] “também tá cheia de bobocas”. Principalmente os que moram lá (e não são de lá), mas que após seis meses de praça começam a achar a cidade o centro do mundo.

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ACADEMA DO PAPO
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:Publicado em 29/04/2008, às 08:35

Por Paulo Pires*

Missão, objetivo e harmonia

Depois do jogo Itabuna e Conquista, fiquei com a orelha ardendo. Pelo que ouvi do narrador Lula Alves, o nosso time não pareceu muito focado na partida. Não é necessário ser um grande analista de desempenhos profissionais, mas ouso dizer que os nossos jogadores estão na eminência de um reconhecimento público muito importante para as suas carreiras. Portanto, seria recomendável que todos compreendessem esse momento como uma transição (travessia) de grande valia para o futuro.

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:Publicado em 25/04/2008, às 18:31

Por Paulo Pires*

Loucos e loucos

Há poucos dias escrevi sobre coisas esquisitas que estão ocorrendo no mundo. No Brasil, a morte da menina Gabriela Nardoni deixou o País perplexo. Por causa de tanta doidice, passo os olhos sobre a nossa cidade, e me vêm à memória os “malucos” com os quais convivemos em tempos passados. Cheguei à conclusão que aqueles indivíduos categorizados como “doidos” não passavam de criaturas medianamente excêntricas, cujos comportamentos pessoais e sociais eram pouco convencionais em relação aos demais cidadãos da sociedade.

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:Publicado em 16/04/2008, às 15:44

Por Paulo Pires*

Haroldo Lima e o Mercado

Uma discussão que esquentou o noticiário brasileiro no inicio desta semana foi a declaração do ex-deputado Haroldo Lima (PC do B, da Bahia) hoje presidente da Agência Nacional do Petróleo – ANP, sobre a nova reserva de petróleo encontrada pela nossa estatal Petrobrás. Trata-se do Bloco BM-S-9, apelidado de a Carioca. Segundo a revista americana World Oil de fevereiro, esta reserva poderá ser a terceira maior do mundo. O que fêz Haroldo Lima? Reproduziu simplesmente o que disse a publicação americana e nada mais. Aliás, quem ouviu o pronunciamento do Haroldo na Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (e que tenha cursado bem feito pelo menos o antigo curso primário), há de constatar que a sua fala em nenhum momento é afirmativa. Todos os tempos verbais usados pelo presidente da ANP estão no futuro do pretérito e/ou no futuro do presente (traduzindo sempre enunciados hipotéticos).

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:Publicado em 12/04/2008, às 08:08

Por Paulo Pires*

Perdas e ganhos

O pau que rola no Senado Federal - e na Câmara também - é o número excessivo de Medidas Provisórias baixadas pela Presidência da República. Os oposicionistas do nosso Congresso estão furiosos com o atropelo legislativo provocado por esse expediente, diga-se de passagem, utilizado em larga escala pelo presidente Lula. Nós, pobres mortais sem mandato, assistimos a tudo isso com a mais absoluta das indiferenças. Na sessão de terça feira (08/03/08) alguns fatos ocorreram e por considerá-los importantes, creio ser dignos de registro.

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:Publicado em 08/04/2008, às 16:27

Por Paulo Pires*

Jogo feio: futebol-medo

Domingo, 06 de abril de 2008, Vitória da Conquista, Bahia, Estádio Lomanto Junior cheio de torcedores, começa o jogo Conquista e Bahia. Os torcedores locais estão eufóricos. Há muito tempo nenhum time da cidade chega ao quadrangular final do Campeonato Baiano. Muita gente alegre. Muita gente cheia de cana. A charanga tá afiada. Bate o bumbo, toca o pandeiro, repica o tamborim. A bandinha faz o som e a torcida faz a ola.

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:Publicado em 03/04/2008, às 16:05

Por Paulo Pires*

Ronaldo Fenômeno, Antônio Ermírio e Eu

Uma das coisas boas da vida são as coincidências positivas. Eu, por exemplo, fiquei super feliz quando vi o Ronaldo Fenômeno explicando aos repórteres sobre o fato de desembarcar no Aeroporto Tom Jobim sem malas. Disse o Fenômeno: “Quem anda com mala é gente pobre”. Gostei. E vou explicar por que. É que eu também não carrego malas. Prá ser sincero, não tenho. Quando desembarco no Aeroporto Internacional de Anagé ou no de Poções, nem a Alfândega nem as companhias aéreas (Camurujipe, Salutaris, etc.) indagam sobre a minha bagagem. Quem anda com malas é gente pobre. Houve uma época em que andei tão duro que fui obrigado a botar um anúncio no Jornal cujo texto era o seguinte: “Vende-se uma mala, por motivo de viagem”. A situação estava tão feia, que tive de vender a mala para chegar a Conquista. Depois disso, nunca mais comprei outra. Acho que mala dá azar. Sempre aparece um ladrão querendo roubar a gente.

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:Publicado em 01/04/2008, às 14:49

Por Paulo Pires*

Democracia e demagogos

A democracia não é um regime político perfeito, mas, mesmo assim, ainda é o melhor. Um dos seus pontos fracos reside na hipocrisia de parte considerável das pessoas que fazem política. O sujeito quando chega ao poder, fica lá, maquiando uma coisa, manobrando outras e por aí vai. Quando acaba seu mandato, ele mesmo sabe que não fêz 20% do que deveria ter feito, nem 10% do que prometeu, mas rapidamente já sai em busca de uma nova surtida no campo da administração pública. Meus pressentimentos avisam que deve haver muita coisa boa no mundo dos negócios políticos. Podes crer, quando o sujeito bota o pé lá dentro, só guindaste operado por Maciste para conseguir a proeza de tirá-lo do lugar .

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:Publicado em 30/03/2008, às 08:56

Por Paulo Pires*

Gente doida e Gente fina

Sílvia Calabresi, a torturadora das meninas em Goiás, é uma figura muito doida. Quem assistiu e leu os noticiários da televisão, rádio, jornal, internet, revistas etc., certamente ficou perplexo com as atitudes da pobre mulher. O rebuliço que ela provocou foi inacreditavelmente constrangedor. Quem estava em casa, fazendo uma refeição tranquilamente com a família, certamente ficou assustado com a história dessa senhora. Coisa só admissível em literatura de ficção ou no mundo do teatro grego. O das tragédias. No mundo das pessoas equilibradas, das pessoas consideradas normais, nem pensar! Mas, cá entre nós, se você estiver pensando que ela é a única fazendo esse tipo de maluquice, prepare-se. Você não sabe a metade da missa. Fatos como esse ainda chegarão ao nosso conhecimento, prá deixar todo mundo estarrecido.

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:Publicado em 28/03/2008, às 16:08

Por Paulo Pires*

“Bush, meu filho...”

O presidente Lula está com tudo e não está prosa (aliás, tá muito prosa). Na cidade do Recife, ontem, em uma reunião com empresários brasileiros e mexicanos o nosso (a turma do contra detesta este nosso) presidente fêz mil e uma gracinhas prá dizer que o Brasil de hoje tá bem melhor do que o Brasil que ele pegou (não resta a menor dúvida).

Antes, em reunião e entrevista coletiva com o presidente Chaves da Venezuela, ele disse que o companheiro (dele) Chaves se sagrou no episódio da Colúmbia com o Equador, não mais como um guerrilheiro, mas sim como um pacificador. O companheiro (dele) Chaves ficou cheio de contentamento ouvindo os elogios do Sapo Barbudo. De minha parte, acho que o Chaves é um sujeito cheio de boas intenções, mas, por outro lado, exibe fortes características de socialista reacionário. Se deixarem, o homem só larga o comando do seu País na hora do caixão. Tenho pavor de gente apegada a poder.

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:Publicado em 25/03/2008, às 16:53

Por Paulo Pires*

Thoreau e o Centro de Conquista

Há poucos dias uma equipe de arquitetos, engenheiros, urbanistas, historiadores, sociólogos e outros estudiosos, entregou ao Prefeito de São Paulo (Gilberto Kassab) um projeto de revitalização e humanização do centro da capital bandeirante. Os estudos e os argumentos [excelentes] apresentados pela equipe postularam o que deveria ser feito para que o coração da velha Paulicéia tivesse de volta o charme e o encantamento que possuía até a década de 1960.

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:Publicado em 23/03/2008, às --:--

Por Paulo Pires*

Paradoxos

Na edição da Resenha Geral de 3ª ou 4ª feira desta semana (18 ou 19/03/08), o comentarista Herzem Gusmão se reportando ao Secretário de Agricultura do Estado da Bahia, Sr. Geraldo Simões, disse com humor e elegância que este senhor é um dos poucos petistas risonhos que ele conhece. Não tenho nenhuma aproximação com o homem da Agricultura do Estado, mas, pelo que vi de longe, nosso Comentarista tem razão. O Geraldo se movimenta bem no teatro da cena político-administrativa.

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:Publicado em 20/03/2008, às 07:42

Por Paulo Pires*

Bode ou Jegue?

Fui informado que o mascote escolhido para o time do Vitória da Conquista - nosso time do coração – foi o Bode. Considerando que somos catingueiros e que o caprino faz parte de nossa cultura, a escolha não foi de toda má. Por outro lado, diria que se tivéssemos escolhido o Jegue, talvez a nossa escolha fosse mais representativa. O Jegue é um animal muito amado no nordeste do Brasil. Além do que, o esforço e a imagem dele carregando Maria, Mãe de Jesus, saindo da Galiléia para Nazaré na Judéia é comovente. Esta opinião não desmerece de forma nenhuma o Bode. Até porque temos conhecimento de que naquela região (Israel, Palestina, Jordânia e Iraque) cabras e ovelhas são importantes até hoje.

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:Publicado em 18/03/2008, às 16:37

Por Paulo Pires*

A maré não está prá peixe

Mesmo com o reconhecimento internacional de que o Brasil vai bem, a grande verdade é que a maré não está prá peixe. A crise imobiliária nos Estados Unidos está provocando um alvoroço que alguns analistas avaliam na mesma proporção da crise da Bolsa de Nova Iorque em 1929.

O Brasil, na avaliação da BBC, dos jornais ingleses The Guardian, The Economist, The Financial Times e outras publicações especializadas na França, Alemanha e Itália, está suportando a crise conforme se esperava.

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:Publicado em 17/03/2008, às 07:41

Por Paulo Pires*

A cobaia na Exposição

Conforme prometi em nosso último encontro, voltei à Exposição do Parque Theopompo de Almeida. Meninos, nem te conto! Cheguei lá por volta de 9 da noite, e, para minha felicidade (ou infelicidade), um amigo que estava expondo me convidou para experimentar uma pinga que trouxeram prá ele lá de Salinas. Oba! Pensei logo na Havana. Mas não era. Tudo bem. Como dizia um amigo oportunista: “De graça eu pego até ônibus errado”. E lá fomos nós, provar a tal pinga. Antes ele mandou vir uns espetinhos de carne que estavam deliciosos. Acho que o sal da carne puxou o apetite e nós caímos “matando” em cima da garrafa.

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ACADEMIA DO PAPO
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:Publicado em 14/03/2008, às 08:02

Por Paulo Pires*

A Exposição, o touro e eu

Fui ao Parque Theopompo de Almeida para apreciar as novidades da Exposição Agropecuária e fiquei impressionado. Primeiro pela quantidade de stands; segundo pela qualidade das criações; terceiro, pela organização que o evento apresenta. Como diz o Herzem Gusmão: Meninos quem foi seu Mestre! Os meninos no caso são os jovens componentes da Diretoria da Coopmac, cujo maestro é o professor Claudionor Dutra. Não podemos deixar de citar outras entidades como, por exemplo, o Ministério da Agricultura comandado em nossa região pelo competente Paulo César Andrade e o SEBRAE do igualmente competente Cláudio Cardoso.

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ACADEMIA DO PAPO
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:Publicado em 12/03/2008, às 07:42

Por Paulo Pires*

Quem sou eu?

Contrariando o grande filósofo húngaro Gyorg Lucáks que, de forma concisa disse que “o homem é o ser que responde”, evito responder a algumas pessoas, em certas ocasiões, para evitar polêmica. Sou uma pessoa cordata. Quando um cidadão me mostra uma pedra e diz “este pedaço de pau” é de grande serventia, não discuto se a coisa é pau ou pedra. Prá mim tanto faz. O meu amigo leitor há de me censurar: Então estamos diante de um sujeito com absoluta falta de personalidade. Por um lado diria que sim. Do outro, diria que não. O que gosto mesmo é evitar discussões infrutíferas.

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:Publicado em 10/03/2008, às 08:20

Por Paulo Pires*

32 de dezembro

Meu amigo Carlos Cansadinho que estava longe do debate sobre a cassação do Prefeito José Raimundo Fontes resolveu dar ares de sua graça e sintetizou o evento com a seguinte afirmação: O TSE vai cassar o nosso Prefeito no dia 32 de dezembro de 2008. Advirto logo que este cidadão é permanentemente irônico no que diz. Em outra ocasião ele afirmou solenemente que o nosso Prefeito só seria cassado quando o Sargento Garcia prendesse o Zorro ou quando o Saci fizesse um Gol com a perna esquerda. Como eu nunca reparei na perna do Saci, fiquei alheio à sua tese.

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Mulher: Grande Invenção Divina
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:Publicado em 06/03/2008, às 15:50

Por Paulo Pires para o Dia Internacional da Mulher (2008)

Academia Conquistense de Letras
Posse: Anna Geruzia Bitencourt Ferraz e Poliana Policarpo Magalhães

Mulher hoje, menina ontem
Habitava o Céu perto de Jesus
Veio a Terra como a grande fonte
Do arco íris e fachos de luz.
Estrela longínqua, múltiplos hemisférios.
Pelo seu mistério, é moça de truz
Pesca pirilampos sobre os paralelos
Enquanto pinta logaritmos planos
E rearranja os números azuis
Faz muito tempo, faz muitos anos.
Que vimo-la verde nos meridianos
Ei-la no sonho, dentro de um campo.
Gardênia solitária
Mansa, gentil
O campo é azul
São muitos os girassóis
De repente voa como ave solta
E volta para casa
Do passarinhar
Mulher verde
Espera o amanhã
Amanhã o fruto para o sempre quer
A semente explode e todos em teu culto:
Bendito é o fruto, entre nós, Mulher!

Paulo Pires

Vitória da Conquista, 06 de março de 2008

 
 
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:Publicado em 04/03/2008, às 17:28

Por Paulo Pires*

Paredão

Estou triste. Depois que escrevi sobre festa Rave e Créu, as patrulhas ideológicas do Bem Estar Social ordenaram aos pelotões de fuzilamento para me levarem ao Paredão. Peço a todos os órgãos de Direitos Humanos para providenciarem minha defesa. Rogo a OAB para me salvar. Onde está o Supremo Tribunal Federal? Cadê o Tribunal de Nuremberg? Cadê a Corte de Haia? Preciso urgentemente de ajuda. Será preciso eu recorrer à Convenção de Genebra? Que farei da minha vida depois de tantas imprecações? Ah, sinto-me agora como Jeremias que no capítulo XV (versículo 10) de suas lamentações dizia: “Ai de mim, minha mãe! Porque me deste à luz, homem de rixas e homem de contendas para toda a terra. Nunca lhes emprestei com usura, nem eles me emprestaram a mim com usura, todavia cada um deles me amaldiçoa”.

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Publicado em 04/03/2008, às 08:02

Por Paulo Pires*

O Créo venceu

O apresentador do “Espetáculo” subiu ao palco e vociferou: “Aí Galera, é com grande contentamento que anunciamos o nome da canção vencedora como a melhor música popular feita no Brasil no ano de 2008: Créo: créo, créo, créo”. Com este anúncio num baile funk do subúrbio foi dado início a uma das mais poéticas e encantadoras festas do ano em curso. A moçada caiu na diversão e tudo pareceu mudar da água para o vinho. O que era triste ficou alegre, o que era alegre levitou e a noite abraçou com romantismo o sereno da madrugada.

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Publicado em 29/02/2008, às 08:08

Por Paulo Pires*

Estamos preparados?

O bom e jovem repórter da TV Globo Pedro Bassan, recentemente fêz uma matéria elogiosa sobre os preparativos dos chineses para as Olimpíadas de 2008 em Pequim. Antes de encerrar a matéria, para minha surpresa, ele disse que a única restrição que fazia aos chineses residia no título dado ao Hino, especialmente composto para servir de fundo musical aos jogos. Fiquei surpreso porque percebi que Bassan não entendeu filosoficamente o real conteúdo do título (Estamos preparados) e, mais ainda, a força emblemática dos versos que o compõem. Além de lindo, a composição traz em si, uma carga de exortação para que os atletas, especialmente os da casa, sintam-se estimulados para obtenção dos melhores resultados.

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Publicado em 28/02/2008, às 07:46

Por Paulo Pires*

Tendência e tendenciosidade

Os editores da Revista Veja (edição 2049, 27/02/2008), tomados por uma boa dose de consciência moral, sempre necessária e exigida de todas as pessoas e entidades com responsabilidades para construção de um mundo melhor, resolveram às páginas 54 a 59, fornecer para a opinião pública brasileira um conjunto de dados sobre o desempenho do Governo Lula. Entendi a matéria não apenas como um gesto de capitulação da editoria dessa popular revista, mas primordialmente como uma forma de reconhecer que contra evidências não existem argumentos. Devo lembrar que órgãos de imprensa que deturpam e omitem fatos sociais e que tomam partido para acobertar questões inescondíveis, fatalmente serão alvos de fortes restrições e ficarão com suas credibilidades abaladas para o resto da vida .

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Publicado em 26/02/2008, às 08:03

Por Paulo Pires*

Os ricos e eu

H. L. Menken, o jornalista-terror da imprensa americano nos anos 20 e 30, dizia com toda a liberdade que lhe era peculiar, sobre a admiração que conservava pelas pessoas ricas. Eu não chegaria ao exagero de Mencken, mas que as pessoas ricas são diferentes das pobres em gênero, número e grau, não há o que discutir. A realidade me obriga a acrescentar ainda que pobre com juízo deve manter sempre admiração pelos ricos. Do mesmo modo, diria que os ricos, em momento algum, devem perder de vista o respeito que os pobres merecem. Estes ajudam demais a eles. A grande verdade é que, pelo menos inicialmente, a maioria dos ricos, só ficou rica, por causa dos pobres. Essa concórdia deve se estreitar na mais elevada das relações – um ajudando ao outro - embora saibamos, ironicamente, que nos dois casos quem é rico vai continuar mais rico e quem é pobre vai continuar sempre pobre.

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Publicado em 20/02/2008, às 16:12

Por Paulo Pires*

Woodstock da Caatinga

Domingo pela manhã, em torno das 10 horas, curioso com o som que me atormentou a noite inteira, resolvi passar em frente ao Sítio Viver para dar uma espiada no ambiente onde estava sendo realizada uma festa Rave. Antes de qualquer coisa, devo dizer que por causa dela, pouca gente dormiu nas imediações do Bem Querer. Pensei não encontrar ninguém. Mas foi justamente o contrário. Tinha gente prá dedéu na “festa”. Fique impressionado com a turma. Ano passado, fui a uma festa de góticos, hippies e doidões no Bosque da Paquera e, para meu espanto, a coisa estava na mais absoluta normalidade. Encontrei muita gente que não pensava encontrar e essa gente manifestou surpresa quando me viu por lá. Apesar da estranheza minha e das pessoas, tudo transcorreu tranquilamente. É justo confessar que o Sítio Viver é um ambiente aprazível e os seus proprietários são pessoas que merecem o nosso respeito. Mas a rapaziada que estava lá, só vendo prá crer. Era um desmantelo só! Eu penso que Deus, quando viu a bagaceira, colocou a mão ali e apaziguou os ânimos. Mas que eles estavam muito doidos, lá isso estavam...!

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Publicado em 18/02/2008, às 15:12

Por Paulo Pires*

Candidatos, candidatos

As eleições americanas estão pegando fogo e o motivo deve ser creditado (ou debitado?) a um político chamado Barack Obama. Este senador do estado do Illinois, segundo fontes autorizadas, não é bom, não, é muitíssimo bom de gogó. O Sr. FHC, por exemplo, em sua última permanência nos Estados Unidos, acompanhou os pronunciamentos do senador Obama e disse que o cidadão é capaz de tomar até as calças do eleitor. Se deixarem o cabôco falar, ele toma mesmo. A razão é simples. Basta examinar a biografia e o seu currículo para perceber que o homem não é nada bobo. Filho de pais doutorados - tanto o pai quanto a mãe possuem títulos de PHD. O pai por Harvard e a mãe pela Universidade do Hawai - geneticamente ele possui uma ascendência de primeira. Afora isso, por si mesmo, construiu uma vida acadêmica riquíssima. Simplesmente fincou os seus estudos de graduação e de Pós nas modestas (?) universidades Columbia, Harvard e de Chicago. Dizem os biógrafos, que a presença de Obama nestas Instituições se dá com uma espontaneidade quase juvenil. Ele se comporta nelas, dizem os relatos, como se estivesse em um dos cômodos de sua casa.

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Publicado em 14/02/2008, às 15:36

Por Paulo Pires*

O cronista e os amigos

Recebi com muita alegria comentários de alguns amigos sobre a nossa última crônica (adeus às ilusões). Fique feliz porque tive consciência de que, além de mim, pelo menos umas quatro pessoas lêem o que escrevo. É uma sensação prazerosa saber que estão nos acompanhado. Imagino um escritor como Paulo Coelho - que sofre zilhões de restrições literárias - saber que milhões de pessoas espalhadas pelo mundo o lêem. Dizem os maldosos que ele é bem recepcionado no exterior, porque as traduções dos seus livros são excelentes. É verdade que o nosso Mago não é nenhum Carlos Fuentes, Machado de Assis, Jorge Luis Borges ou Otávio Paz, mas que o homem é um fenômeno de vendas, lá isso é. Quisera eu lançar um livro e pelo menos a metade da população do Bairro Brasil comprá-lo. Juro que ficaria feliz...

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Publicado em 12/02/2008, às 07:38

Por Paulo Pires*

Adeus às ilusões

Vou logo lhe avisando que o título aí em cima não se refere ao famoso filme dirigido por Vincent Minnelli, cuja trilha sonora, aliás, tem uma das mais belas canções de todos os tempos da história do cinema ('The shadow of your smile).  O que pretendo mesmo, é falar de nós, aqueles que já passaram dos 5 ponto zero. Sinto-me com autoridade para tanto, embora lá no fundo considere que não deveria perder tempo com isso. Confesso: Acabei estimulado pelo tema, por falta do que dizer.

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Publicado em 09/02/2008, às 08:42

Por Paulo Pires*

Futebol também é cultura

Se tomarmos ao pé da letra o significado da palavra cultura, chegaremos à sadia conclusão que futebol também é cultura. É isso mesmo. Aliás, não é só cultura, pode ser compreendido também como civilização. No jogo Conquista e Juazeiro, ontem à noite 07/02/2008, ficou demonstrado isso.  O povo – exceção para alguns tomados pela marvada - se manifestou com a maior tranqüilidade dentro do Lomantão Resultado: Quatro a zero para nós. Se alguém se admirar pelo fato de eu torcer escancaradamente pelo Conquista, pode me criticar. Torço mesmo. Prá ser sincero, se o nosso time jogar contra a seleção de Dunga, torcerei pelo Vitória da Conquista. Sem nenhum remorso (ah, ah, ah,).

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Publicado em 06/01/2008, às 20:30

Por Paulo Pires*

Carnaval e liberdade

Na última edição da revista Veja (06/02/2008), o ensaísta Roberto Pompeu de Toledo traz à tona algumas opiniões sobre o carnaval de antigamente. Assinale-se que essas opiniões foram colhidas de gente como Olavo Bilac, Machado de Assis, Raul Pompéia, Lima Barreto e Mário de Andrade. Os nossos velhos literatos, à exceção de Raul Pompéia, eram incrivelmente ácidos em relação aos festejos Momescos. Sem nenhuma cerimônia e indiferentes ao pensamento do povão, os velhotes sentavam o porrete na festa.

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Publicado em 05/01/2008, às 09:49

Por Paulo Pires*

O Surgimento de uma Cidade

Nosso amigo Anderson Oliveira Santos (leia-se Blog do Anderson), gentilmente me enviou a Sinfonia de São Paulo. Não estou certo, mas vou arriscar. A Sinfonia é de autoria de Billy Blanco, o paraense mais carioca de todo o Brasil. A obra é de uma beleza estonteante. Todo conhecedor mediano da Música Popular Brasileira sabe que Billy Blanco é um dos monstros sagrados do nosso cancioneiro. Portanto, a contribuição dada por ele à nossa música só Deus há de pagar.

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Academia do Papo
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Publicado em 01/01/2008, às 08:24

Por Paulo Pires*

O Bem e o Mal

Alguns leitores insistem que as crônicas que escrevo merecem restrições e menosprezo porque, segundo suas avaliações, não conseguem disfarçar um repetido tom louvaminheiro e apologético nas abordagens. Concordo com os leitores. Não consigo deixar de admirar pessoas e coisas que são importantes para a nossa Cidade. Por isso só falo de coisas prá cima. Prá esculhambar e ridicularizar basta a nossa rotina diária com os seus imprevistos. Quem quiser descer a madeira, que o faça por sua conta e risco. De minha parte, tô fora!

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Academia do Papo
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Publicado em 30/01/2008, às 07:20

Por Paulo Pires*

Da importância das Colunas Sociais

Na última edição do Diário do Sudoeste – 22/01/2008 - os leitores de Vitória da Conquista e Região tiveram oportunidade de conhecer um pouco de nossa Sociedade. Para quem faz restrições ao colunismo social, eu diria que deveríamos acabar com esse tipo de preconceito. Para os que não concordam comigo, tudo bem, eu sei mais ou menos o que essas pessoas pensam.  Houve um tempo em que as Colunas Sociais serviam quase que exclusivamente para projetar e aprovar o mundanismo e os excessos de excentricidades cometidas por dondocas e playboys alienados. Hoje a coisa não é bem assim. O nosso Diário do Sudoeste dá bem a prova disso. Tanto a coluna de Norma Eliete (grande maestrina) quanto a de Rejane Martinet (é incrível como ela se parece com a belíssima Natalie Wood), trazem para os leitores do Jornal uma gama de informações de ordem social que se somam aos aspectos econômicos e culturais de nossa Cidade, revelando quase sempre o que há de melhor e o que está acontecendo de benéfico para o Município e Região.

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