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02 de Março de 2007
Resultados de dois estudos de fase três sobre o Inibidor de Integrase da Merck são apresentados na Conferência Anual sobre Retrovírus e Infecções Oportunistas

Dados demonstraram a eficácia do - inibidor de integrase da Merck, raltegravir - em combinação à terapia convencional otimizada (Optimal Background Therapy – OBT), para portadores do vírus HIV resistentes em tratamento há vários anos

Foram apresentados durante a CROI (Conferência Anual sobre Retrovírus e Infecções Oportunistas), realizada entre os dias 25 e 28 de fevereiro, os resultados de dois estudos em Fase III com raltegravir, anteriormente denominado MK-0518, inibidor de integrase investigacional da Merck & Co., Inc.  administrado por via oral.

Este medicamento inaugura uma nova classe de agentes anti-retrovirais investigacionais (denominada inibidores de integrase) que impedem a inserção do DNA viral do HIV no DNA humano.  Ou seja, trata-se de um novo mecanismo , o qual age inibindo a função reprodutora de vírus da integrase e, com isso, bloqueia a capacidade do vírus HIV de se replicar e infectar novas células.  Existem medicamentos em uso que inibem outras duas enzimas – protease e transcriptase reversa – mas ainda não existem medicamentos aprovados que inibam a integrase.

Os pacientes portadores do vírus HIV utilizam um tratamento chamado de OBT (Optimized Background Therapy ou Terapia Otimizada de Base) - , uma combinação de algumas drogas, que é conhecido no Brasil como coquetel anti-AIDS.

Os dados apresentados no CROI demonstraram atividade anti-retroviral significativamente superior de RALTEGRAVIR combinado com OBT, quando comparado ao uso de placebo e OBT. Os medicamentos foram administrados em pacientes infectados pelo HIV e em falência do esquema terapêutico em uso ou apresentavam vírus HIV resistentes a pelo menos um medicamento de cada uma das três classes disponíveis por via oral.

Estes dados foram coletados para a análise primária de 16 semanas, de um protocolo com duração total de 156 semanas, ainda em andamento. O RALTEGRAVIR era anteriormente denominado MK-0518 e o nome de marca está atualmente em processo de análise pelo FDA (Food and Drug Administration), órgão de controle de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos. 

"Os resultados de eficácia e o perfil de tolerabilidade, observados até o momento com RALTEGRAVIR, em combinação com OBT, nesta amostra de pacientes com resistência a diversas drogas, são animadores", afirmou David Cooper, médico, professor de Medicina e diretor do Centro Nacional de Epidemiologia e Pesquisa Clínica sobre HIV da Universidade de New Wales, Sydney, Austrália. "Estes estudos em Fase III confirmam ainda a atividade anti-viral dos inibidores de integrase de HIV, que inauguram uma nova classe promissora de agentes anti-retrovirais".

Sobre os estudos

Nos dois estudos, mais de 75% dos pacientes que receberam RALTEGRAVIR mais OBT conseguiram reduzir a carga viral (de RNA do HIV) para menos de 400 cópias/mL, em comparação com aproximadamente 40% dos pacientes que receberam placebo mais OBT. Os dois estudos também demonstraram que, após 16 semanas de tratamento, RALTEGRAVIR mais OBT era geralmente bem tolerado, com um perfil de segurança comparável àquele observado em pacientes que receberam placebo mais OBT.  Além disso, foram relatadas poucas experiências adversas que levaram à interrupção do tratamento (num braço da pesquisa, 4 pacientes recebendo RALTEGRAVIR mais OBT e 4 pacientes recebendo placebo mais OBT e, em outro, 5 pacientes recebendo RALTEGRAVIR mais OBT e 1 paciente recebendo placebo mais OBT).  O RALTEGRAVIR está em processo de desenvolvimento pela Merck & Co., Inc., Whitehouse Station, New Jersey, EUA.                                             

Prevalência de HIV/AIDS

Apesar da disponibilidade de medicamentos para tratar HIV/AIDS, a epidemia continua.  Estima-se que 40 milhões de pessoas atualmente estejam infectadas em todo o mundo e que mais de quatro milhões de novas infecções ocorram anualmente.  A AIDS é uma das principais causas de mortalidade relacionada com doenças infecciosas, responsável por aproximadamente três milhões de óbitos a cada ano.  

Pesquisa da Merck sobre HIV

Os esforços da Merck para desenvolver uma vacina e tratamentos investigacionais contra HIV/AIDS estão em curso há quase 20 anos. A Merck iniciou suas pesquisas com um inibidor da integrase no início da década de 1990, tendo sido a primeira a demonstrar a inibição da transferência da fita de DNA viral via inibição da enzima integrase e a definir o mecanismo de ação. A Merck também foi a primeira a demonstrar a atividade anti-viral do inibidor de integrase in vitro e in vivo.   

Sobre a Merck & Co. e Merck Sharp & Dohme

A Merck & Co., Inc., é uma empresa farmacêutica dirigida à pesquisa global e dedicada a colocar os pacientes sempre em primeiro lugar. Fundada em 1891, a Merck é uma companhia que pesquisa, desenvolve, produz e comercializa vacinas e medicamentos para preencher necessidades médicas ainda não atendidas. A empresa dedica grandes esforços para aumentar o acesso aos seus medicamentos por meio de programas especiais, além de divulgar informações sobre saúde, como uma prestação de serviço à população. No Brasil desde 1952, a empresa é denominada Merck Sharp & Dohme (MSD) e conta com um escritório central, localizado em São Paulo, e uma unidade fabril, situada na região de Campinas, São Paulo. Para mais informações, visite www.msdonline.com.br

Publicado por Paulo Nunes, de Burson-Marsteller Andressa Scaldaferri e Raquel Viana, às 19:09.
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01 de Março de 2007
Farmácias magistrais apóiam prescrição ética de medicamentos para tratamento de obesidade

No momento em que a Jife (Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes) que atua para o Escritório Contra as Drogas e o Crime da ONU divulga relatório em que aponta novamente o Brasil como principal consumidor de drogas estimulantes utilizadas principalmente para emagrecer, a Anfarmag (Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais) vem a público expor as suas opiniões e o que tem feito para colaborar para que este problema seja minorado.

1 – Os farmacêuticos magistrais exigem que as autoridades sanitárias, as entidades médicas, os profissionais de medicina, a indústria farmacêutica e as farmácias e drogarias convencionais assumam publicamente o seu grau de responsabilidade no problema. Parem de imputar compulsivamente às farmácias de manipulação os abusos e as omissões que cometem. A farmácia magistral é um canal de aviamento de receitas que atende o receituário médico dentro de normas estabelecidas pelo Ministério da Saúde. Como setor regulado, somos rotineiramente inspecionados, especialmente quanto aos registros das receitas azuis, utilizadas pelos médicos para receitar anorexígenos. Até prova em contrário, na cadeia de venda de emagrecedores, somos o único integrante que tem os dados adequadamente registrados na Anvisa. Os estabelecimentos que descumprem os procedimentos são punidos, inclusive com a suspensão das atividades. E quem fere a lei é indiciado.

2 – Os farmacêuticos magistrais são contra os abusos de prescrição médica com anorexígenos. No ano passado, produzimos e encaminhamos para os farmacêuticos e às principais entidades médicas um Guia de Farmacoterapia da Obesidade para orientar os profissionais médicos sobre como e em quais circunstâncias estes medicamentos devem ser utilizados. Enquanto os Conselhos Regionais de Medicina dos estados de São Paulo e do Ceará já formalizaram apoio ao documento e os enviam para seus milhares de associados, entidades como ABESO, SBEM e SBD, mesmo contra a opinião da maioria dos seus associados, preferem centrar a discussão do problema sobre a fórmula manipulada.

3 – As principais entidades médicas do país desprezam dados revelados pelo JIFE no ano passado, onde se constata que de todas as receitas para anorexígenos preparados em farmácias magistrais de Ribeirão Preto e Florianópolis, apenas 5% são emitidas por médicos endocrinologistas. Para que os médicos mudem a sua postura é fundamental uma campanha para a prescrição ética de medicamentos para tratamento de obesidade, evitando o uso com fins estéticos. Esta ação deve ser acompanhada de regulação clara sobre a prescrição e seu controle, como hoje apenas acontece com as farmácias magistrais.

4 – Para que funcione esta campanha, deve estar claro que os abusos da prescrição de medicamentos para emagrecer são maiores com os medicamentos industrializados do que com as fórmulas de manipulação. Por meio da Anfarmag, o setor magistral assumiu a sua responsabilidade no tema. Mas não dá para aceitar que 5.000 farmácias de manipulação gerem consumo maior do que 55.000 farmácias e drogarias convencionais. Os números de vendas da indústria farmacêutica com medicamentos para emagrecer falam por si. E aqui não levamos em consideração o mercado negro, regularmente noticiado na imprensa e alvo de intensa investigação policial.

5 – Já foi enviada à Anvisa a proposta da Anfarmag para a Consulta Pública 89 sobre o controle, prescrição, uso e dispensação de substâncias constantes da lista B2 – Substâncias Psicotrópicas Anorexígenas e medicamentos que as contenham da Resolução RDC 202/2006, 22º lista atualizada da Portaria SVS/MS nº 344/1998.

Na proposta, primeiro, sugerimos estabelecer um controle específico para estas substâncias por meio da implantação da criação de notificação de receita “B2”, para substâncias anorexígenas psicotrópicas. A Anvisa quer que a notificação seja com a notificação de receita A, hoje utilizada para o grupo de pacientes em tratamento, muitas vezes oncológicos, impresso às expensas da autoridade sanitária dos municípios, que vai levar a um aumento significativo da demanda pelo talonário com inevitável aumento do orçamento oficial para a impressão. Há risco efetivo de falta da Notificação “A” afetar inúmeros pacientes oncológicos e com necessidade de analgesia.

Em segundo lugar, a nova notificação de controle passa a ser obrigatória para todos os emagrecedores, industrializados ou não, e com a criação de uma rotina que obrigará as 55.000 farmácias e drogarias convencionais a informatizarem seus controles, como já acontece com as farmácias de manipulação. O ponto principal deste trabalho é a identificação em tempo real dos médicos que estão prescrevendo os medicamentos e para quais pessoas. Somente assim geraremos indicadores eficazes para o controle pretendido pela Anvisa, tanto para medicamentos magistrais como para especialidades farmacêuticas.

Nossa proposta é de um sistema que permita a ANVISA e Autoridades Sanitárias confrontarem os dados recebidos pelas e assim propor ações no combate de:

. Uso indevido das referidas substâncias e de especialidades farmacêuticas;

. Indicação das substâncias por profissional não habilitado;

. Utilização incorreta ou indevida da Notificação de Receita “B”;

. Uso abusivo ou período de tratamento muito longo, não justificado;

. Estoques das referidas substâncias e de especialidades farmacêuticas não condizentes com a movimentação.

Todas estas medidas são recomendações da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecenes (JIFE).

Para isso, propomos ainda que cada autoridade sanitária municipal deva encaminhar à Gerencia Geral de Inspeção da ANVISA, mensalmente, Relação de Distribuição da Numeração para Notificação de Receita “B2” - RDNNRB2. Deverão conter os seguintes dados: Nome do profissional, hospital, clinica ou equivalente, que requereu a numeração, endereço completo do profissional ou entidade acima; Número da inscrição do profissional no respectivo Conselho Regional; Numeração concedida para cada um dos profissionais ou entidades descritas acima; Data da concessão.

O envio da Relação de Distribuição da Numeração para Notificação de Receita “B2” - RDNNRB2 a ser enviado pela autoridade sanitária local e o balanço mensal encaminhado pelas farmácias e drogarias proporcionará à ANVISA subsídios para elaborar relatórios com informações relevantes para os órgãos nacionais e internacionais, e tomar providências para inibir e coibir o uso irracional ou indevido destas substâncias.

6. Por fim, o tema não pode ser tratado de forma passional ao ponto de se esquecer de centenas de milhares de pessoas que são obesas e precisam de tratamento para essa doença crônica. Por isso, apoiamos a iniciativa do Cremesp para quem a prescrição de drogas anfetamínicas não veda a associação de medicamentos quando indicada no tratamento de patologias associadas à obesidade. O que é vedado, e deve continuar, é o uso simultâneo de substâncias anfetamínicas associada com hormônios, laxantes, benzodiazepínicos, etc., na terapêutica da obesidade ou do emagrecimento.

Sobre a Anfarmag

A Associação Nacional dos Farmacêuticos Magistrais (Anfarmag) promove e defende a saúde pública do Brasil. Representa 70% das 5.000 farmácias de manipulação registrada nos Conselhos Regionais de Farmácia e 15 mil farmacêuticos profissionais. A Anfarmag atua diretamente para melhorar a qualidade do setor por meio da Câmara Técnica Anfarmag (CTA), que aprova normas e padronizações técnicas para o setor magistral, atua na qualificação das farmácias de manipulação e por ser integrada por renomados acadêmicos, é responsável por aproximar o setor de estudos científicos em âmbito universitário. Desde 2002, a associação fornece o Título de Especialista em Manipulação Magistral Alopática (TEMMA), com o objetivo de adequar, aperfeiçoar, qualificar e preparar os profissionais farmacêuticos às exigências da nova legislação do setor, bem como regulamentar a categoria garantindo a qualidade do segmento. Em 2006, a entidade criou o SINAMM (Sistema Nacional de Aperfeiçoamento e Monitoramento Magistral), projeto elaborado pela Anfarmag em conjunto com órgãos oficiais do setor e profissionais acadêmicos com objetivo de qualificar e padronizar as farmácias magistrais de todo o país.•

Publicado por Paulo Nunes, de Joyce Matsushita,às 22:33.
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13 de Fevereiro de 2007
Instituto Affonso Ferreira aposta em técnica inovadora para tratamento da artrose do quadril

Uma técnica diferenciada, utilizada pelos ortopedistas europeus e canadenses há mais de 12 anos para o tratamento da artrose do quadril, foi trazida para o Brasil pelos médicos do Instituto Affonso Ferreira, de Campinas. O Recapeamento, como é conhecido, é um ocedimento tão inovador que só começou a ser autorizado nos Estados Unidos, há seis meses.

Tradicionalmente, as artroplastias totais do quadril, vulgarmente conhecidas como Cirurgias de Próteses Totais, correspondem à amputação da cabeça do fêmur (que se articula com a cavidade acetabular, na bacia, constituindo a junta do quadril), que é substituída por material metálico ou mesmo cerâmico. A cavidade acetabular é revestida por uma capa de materiais, também variada, mas tradicionalmente de plástico (polietileno) de alta densidade. Pela técnica de recapeamento, a cabeça femoral não é amputada, mas simplesmente “recapeada” com capa metálica do mesmo tamanho da cabeça óssea, e a cavidade acetabular é também “recapeada” com cúpula metálica.

Segundo o ortopedista Ricardo Affonso Ferreira, que estagiou na Bélgica com o médico Koen DeSmet - um dos mais conceituados cirurgiões neste tipo de técnica inovadora, o recapeamento traz resultados extremamente satisfatórios, sobretudo em pessoas jovens, com artrose causada, principalmente, pela necrose da cabeça femoral (morte do osso), ou mesmo artrose. “Nossa equipe aqui do IAF está bastante animada com os resultados iniciais. Já utilizamos a técnica em cinqüenta casos e há nítida diferença na recuperação destes pacientes em comparação com aqueles operados pela técnica tradicional”, garante. “O plástico tem baixa resistência e se desgasta no decorrer dos anos, principalmente quando o tamanho da cabeça femoral metálica é grande. Isto faz com que muitos profissionais usem cabeças de menor diâmetro, o que facilita a luxação da prótese”, completa.

A técnica tradicional de cirurgia para próteses totais do quadril, utilizando-se materiais de várias procedências, como metais, plástico e cerâmicas, têm grande sucesso  a curto e médio prazos (de 10 a 20 anos em média), mas o desgaste do material  ou a sua soltura do osso fazem com que haja necessidade de eventuais cirurgias  de revisão, sempre muito mais complexas  e sujeitas a complicações mais sérias.

O inovador procedimento garante estabilidade da nova articulação, mínimo desgaste (metal-metal) e a manutenção da sensibilidade (propriocepção) do paciente em relação à sua articulação. “A quase totalidade dos doentes operados pela nova técnica de recapeamento deambula (se movimenta) nas primeiras 24 horas do pós-operatório”, lembra também o ortopedista, José Carlos Affonso Ferreira. “A técnica é bastante recomendada para pacientes jovens, que, por exigirem mais de suas articulações, necessitam de juntas novas mais estáveis e duradouras”, acrescenta Ricardo.  “Com isso, o paciente ganha melhor qualidade de vida e poderá, quando necessário, fazer a cirurgia de revisão como se fosse cirurgia primária tradicional, pois não teria havido perda óssea”, conclui José Carlos.

Sucesso na cirurgia

Com dores e perda de mobilidade, o representante comercial Agrippino de Castro Júnior, de 43 anos, após um ano de sofrimento devido à sua artrose de quadril, foi encaminhado por uma clínica da cidade de São Paulo para o Instituto Affonso Ferreira em Campinas, onde estava sendo iniciado o uso da cirurgia de recapeamento.

“Por ser jovem, me indicaram o Recapeamento”, conta Agrippino. Ele comenta que ainda realizou uma busca pela internet para se informar sobre a cirurgia e conclui: “Fora o Instituto, só encontrei uma clínica no Rio de Janeiro, onde realizavam este tipo de procedimento. Em consulta com o médico Ricardo Affonso Ferreira, fui convencido de que essa seria, sem dúvida, a melhor solução para o meu caso”.

A recuperação de Agrippino também foi muito rápida. “Em sete dias já estava andando sem o auxílio de muletas”, conta. Atualmente, o representante comercial já leva uma vida normal, tendo recuperado quase todos os seus movimentos. “E o mais importante, sem dor”, comemora.

Artrose e Necrose

A artrose é a forma mais comum do reumatismo e afeta a maior parte da população mundial depois dos 50 anos de idade. É a destruição progressiva dos tecidos que compõem as articulações, parte do corpo que permite a mobilidade dos ossos, levando à instalação progressiva de dor, deformação e limitação dos movimentos. As áreas no corpo mais comprometidas são as que suportam maior peso, como quadril e joelho .

Numa articulação normal, as extremidades dos ossos estão cobertas por um material elástico esbranquiçado, a cartilagem, que permite o deslizamento suave dos ossos e atua como uma almofada que absorve o impacto no movimento.  Na artrose, ocorre uma deterioração da cartilagem, que perde a sua elasticidade.

O roçar constante dos ossos leva, primeiro, à degeneração da cartilagem. O líquido sinovial, que lubrifica a cartilagem, perde a qualidade e a região pode se  corroer mais facilmente. Os constantes traumatismos na articulação – peso excessivo e movimentos repetitivos, por exemplo – levam ao desgaste completo da cartilagem. Com o tempo, a dor começa a aparecer. Na ausência completa da almofada da cartilagem, os ossos roçam diretamente entre si, causando atrito, dor e limitação de movimentos. Podem também sofrer deformação visível. Em casos mais graves, fragmentos de cartilagem ou do osso soltam-se para o interior da articulação, podendo bloquear os movimentos. Os tendões e ligamentos que sustentam a articulação podem romper ou inflamar, assim como a cápsula articular.

Já a necrose é a morte das células ou dos tecidos de um organismo, que ainda conserva suas funções orgânicas. Vale dizer que é natural que a célula morra, para a manutenção do equilíbrio tecidual. Nesse caso, o mecanismo de morte é denominado de "apoptose" ou "morte programada".

A etiologia da necrose óssea envolve todos os fatores relacionados às agressões, podendo ser agrupadas em agentes físicos, como ação mecânica, temperatura, radiação, efeitos magnéticos; agentes químicos, substâncias tóxicas e não-tóxicas; e agentes biológicos, como infecções viróticas, bacterianas ou micóticas e parasitas.

Especialidades do Instituto Affonso Ferreira

O Instituto Affonso Ferreira possui vasta experiência no tratamento de fraturas e seqüelas, atendendo pacientes de todos os estados do Brasil, para a reconstrução de fraturas graves com perdas ósseas e/ou com infecção associada.

Já para o tratamento de osteoporose, artrose, escoliose, osteoartrite, neurite, dores no pescoço, nas costas e lombar, o Instituto Affonso Ferreira,  oferece tratamentos específicos, além de uma equipe de profissionais formada por médicos e fisioterapeutas especializados.

Além disso, o centro disponibiliza aos pacientes serviços de ortopedia pediátrica, medicina do esporte, cirurgia e microcirurgia de mão, artroscopia, artroplastia de quadril, joelho, cotovelo e ombro e tratamentos psicológicos, com uma estrutura física e humana especializada para dar o melhor atendimento ao paciente e para reabilitá-lo, procurando uma melhoria constante na qualidade de vida.•

Publicado por Paulo Nunes, de Ivan Umberto Fontana, às 23:14.
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03 de Fevereiro de 2007
Os segredos da dieta dos ricos, famosos e magros

Hamptons é uma região situada no litoral sul de Long Island, no estado de Nova York, Estados Unidos. Em uma paisagem deslumbrante, entre mansões milionárias, carros magníficos e os mais sofisticados eventos sociais, estrelas de Hollywood, magnatas e bon vivants desfilam corpos magros, lindos e esculturais.Eles vão aos melhores restaurantes, são convidados para as festas mais badaladas, desfrutam todas as regalias que seu status social permite ¾ e, é claro, comem muito bem. Foi para atender a esse público que o dr. Fred Pescatore idealizou a Dieta dos Hamptons: um programa alimentar completo e com resultados comprovados que permite desfrutar o melhor que a vida tem a oferecer.

Com base em recentes pesquisas científicas, Pescatore, ex-diretor do Atkins Center e um dos principais especialistas americanos em corte de calorias, incorporou o melhor da Dieta Mediterrânea ao melhor das dietas de controle de carboidrato. Em A DIETA DOS HAMPTONS  o autor indica o consumo de gordura monoinsaturada (especialmente óleo de  macadâmia e azeite de oliva), de ácidos graxos ômega-3 ¾ encontrados em vegetais, frutas, peixes, carnes magras, nozes e grãos integrais ¾ e de alimentos pouco processados, não refinados (de preferência orgânica). A alimentação rica nesses elementos traz efeitos positivos no controle da resistência à insulina, da Síndrome X, do diabetes, de alergias e da asma, como também reduz o risco de doenças cardiovasculares e de câncer.

O programa alimentar elimina “alimentos pouco saudáveis que o corpo não metaboliza bem”, explica Pescatore. Para ajudar a promover a perda de peso e a boa forma física, o livro traz uma lista com as propriedades culinárias e salubridade de 32 tipos diferentes de óleos e um cardápio de 30 dias, com cerca de 200 receitas - pratos como quiches, panquecas, cachorro-quente,  costeleta de porco e muito mais - criadas por renomados chefs nova-iorquinos.

Em A DIETA DOS HAMPTONS, o autor conta ainda histórias das celebridades que ganharam saúde e perderam peso com o programa criado por alguém que focou toda a sua carreira na medicina nutricional.

“A reviravolta na febre da dieta de baixo carboidrato.”- Forbes.com

Dr. Fred Pescatore é diretor da Partners in Integrative Medicine, em Nova York, e atua como consultor no desenvolvimento de produtos nutricionais. Autor de outros dois livros, é ativo pesquisador da medicina clínica, com artigos publicados em revistas médicas de grande expressão. Foi por cinco anos diretor associado do Atkins Center, junto ao renomado dr. Robert C. Atkins.

Dr. Pescatore atende em consultórios em Nova York, Dallas e East Hampton.•

Publicado por Paulo Nunes, de Talita Duvanel/Editoras BestSeller e Nova Era, às 12:05.
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03 de Fevereiro de 2007
Jovem demais para isso: enfrentando câncer com menos de 40

Em julho de 2005, Jeff Carenza e sua namorada estavam desfrutando de um fim de semana em Miami quando uma intoxicação alimentar os levou ao hospital. Exames de sangue mostraram que Carenza, na época com 29 anos, tinha anemia por deficiência de ferro. "Provavelmente não é nada", o médico lhe disse. "Mas é melhor checar isto quando chegar em casa."

Este tipo de anemia pode ser causada por sangramento no trato intestinal. Quando voltou para Saint Louis, onde Carenza era residente de radiologia no Barnes Jewish Hospital, seu médico o encaminhou a um gastroenterologista.

Uma possibilidade era de que tivesse um tumor no cólon. Mas o gastroenterologista demonstrou pouca preocupação. "Provavelmente será um desperdício do meu tempo", disse antes de realizar a colonoscopia.

Meia hora depois, Carenza recebeu a má notícia. "Há um grande tumor em seu cólon transverso", disse o gastroenterologista. "É tão grande que nem consegui visualizá-lo inteiro. Ele provavelmente está aí há algum tempo."

Carenza lembrou: "Senti um aperto no estômago e no coração". O diagnóstico, ele acrescentou, "foi contra o que somos treinados a pensar na escola de medicina", que o "câncer só ocorre em pessoas mais velhas".

O câncer é de fato menos comum em adolescentes e jovens adultos do que em pessoas mais velhas. Mas de certa forma é mais alarmante. As taxas de incidência de alguns cânceres, incluindo colo-retal, de tireóide e testicular, estão aumentando entre pessoas com idades de 20 a 39 anos, segundo a Sociedade Americana do Câncer.

Um relatório divulgado em agosto pelo Instituto Nacional do Câncer e pela Fundação Lance Armstrong revelou que apesar da taxa de sobrevivência ao câncer continuar melhorando entre adultos de meia-idade e mais velhos, as taxas de sobrevivência para pessoas com idades entre 15 e 39 anos não aumentaram substancialmente em mais de duas décadas.

O câncer é o quarto maior causador de morte nesta faixa etária, atrás de acidentes, suicídios e homicídios. Em 2006, houve aproximadamente 55.200 novos casos de câncer em americanos com idades entre 15 e 39 anos, e 9.300 óbitos por câncer nesta mesma faixa etária, segundo a Sociedade Americana do Câncer.

"O câncer em adolescentes e jovens adultos apresenta questões distintas", disse uma autora do relatório, Karen Albritton, diretora de oncologia para adolescentes e jovens adultos do Dana-Farber Cancer Institute em Boston. "As lacunas em nosso conhecimento são enormes."

Alguns especialistas dizem que mais informação é necessária antes de dedicar recursos extras aos adolescentes e jovens adultos. Bruce A. Chabner, diretor clínico do Massachusetts General Hospital Cancer Center, notou que as taxas gerais de sobrevivência entre jovens adultos ainda são melhores do que entre os mais velhos, refletindo as diferenças nos tipos de tumor e a melhor tolerância ao tratamento entre os pacientes mais jovens.

Em 2003, o último ano para o qual há estatísticas disponíveis, a taxa de sobrevida de cinco anos foi de 78,5% para pessoas entre 20 e 39 anos, e 68% para pessoas entre 40 e 69 anos, segundo a Sociedade Americana do Câncer.

Mas Albritton e outros dizem que é necessário pesquisar para descobrir por que alguns jovens adultos estão predispostos ao câncer, por que a incidência de alguns cânceres está crescendo nesta faixa etária e como os jovens podem responder de forma diferente a regimes de tratamento -muitos dos quais testados principalmente em adultos mais velhos ou em crianças.

Os tumores dos jovens podem ter características genéticas e biológicas
distintas, disseram os pesquisadores. E os sobreviventes enfrentam questões psicossociais distintas - já que pensam sobre futura fertilidade, conclusão dos estudos ou início de uma carreira.

Carenza disse que olhando para trás, ele devia ter prestado mais atenção aos sinais de alerta. Como corredor ávido, ele estava acostumado a correr entre 8 e 10 km vários dias por semana, mas por meses não conseguia fazê-lo. Ele também ficou notadamente mais pálido.

Mesmo assim, lembrou ele, mesmo sua mãe não se preocupou com o assunto, dizendo: "Ora, ele é um radiologista. Ele trabalha em uma sala escura o dia todo".

David Dietz, o cirurgião coloproctologista do Barnes Jewish Hospital que tratou de Carenza, disse que o câncer em pacientes mais jovens costuma ser diagnosticado em estágios mais avançados porque nem eles e nem seus médicos esperam que eles os tenham. E também não são submetidos a exames rotineiros, como ocorre entre pessoas mais velhas.

Carenza não apresenta histórico de câncer em sua família e testes após o tumor ter sido encontrado foram negativos para todas as síndromes hereditárias de câncer colo-retal conhecidas. (Ele concluiu a quimioterapia em março passado e está em remissão, apesar de visitar um oncologista a cada três meses.)

Ainda assim, é mais provável que fatores genéticos tenham um papel quando pessoas jovens exibem a doença, disse Dietz, acrescentando: "Isto é algo que gostaríamos de saber mais a respeito".

Asha Mevlana, de Los Angeles, tinha histórico de câncer em sua família. Ele descobriu um caroço em seu seio aos 22 anos, mas seu câncer só foi diagnosticado mais de dois anos depois.

Mevlana, que atualmente tem 31 anos, foi submetida cedo a um mamograma, mas os resultados foram inconclusivos, com às vezes acontece em mulheres mais jovens cujo tecido do seio é mais denso.

"Minha médica disse: 'Não se preocupe com isto; você é muito jovem para ter câncer de mama'", ela disse. "Era o que eu, é claro, queria ouvir, então deixei para lá."

Mas à medida que o caroço começou a crescer e doer, a mãe de Mevlana insistiu para que procurasse outro médico e realizasse uma biópsia, que confirmou que ela tinha câncer de mama. "Isto muda sua perspectiva sobre tudo", ela disse. "Você pensa: 'Uau, eu posso estar morta no próximo ano. E há tantas coisas que não fiz."

Mevlana esperava iniciar uma carreira como violinista. E ao considerar opções de tratamento, uma prioridade era evitar drogas que causassem neuropatia, uma insensibilidade e formigamento nas mãos ou pés que é um efeito colateral de algumas drogas de quimioterapia.

As opções eram "totalmente confusas", ela disse. Vários médicos sugeriram regimes diferentes, mas lhe disseram que a maioria deles nunca tinha sido bem estudada em mulheres mais jovens.

Albritton, do Dana-Farber, disse que adolescentes e jovens adultos freqüentemente respondem de forma diferente aos tratamentos e que há uma "disparidade de atenção" a eles na comunidade médica. É preciso que haja "mais testes clínicos e mais provedores treinados especificamente para jovens adultos", ela disse.

Os pesquisadores também dizem que trabalho adicional é necessário para o entendimento do motivo para a incidência de certos cânceres estar crescendo entre os jovens adultos.

Archie Bleyer, um especialista em câncer em adolescentes e jovens adultos da CureSearch National Childhood Cancer Foundation, disse que há uma "peculiaridade" no câncer nesta faixa etária que vai além de questões científicas e clínicas. Não apenas os pacientes jovens enfrentam uma série distinta de cânceres e terapias, mas também enfrentam desafios pessoais que são diferentes dos enfrentados por adultos mais velhos ou crianças.

Os jovens estão entre aqueles que exibem uma maior probabilidade de não contarem com plano de saúde ou um com cobertura insuficiente, ele disse - um motivo para a tendência de suas doenças serem diagnosticadas mais tardiamente. Eles também apresentam maior tendência de se sentirem estigmatizados, já que menos de seus pares experimentaram um câncer.

E também enfrentam imensos desafios de desenvolvimento - entrar na sociedade, ingressar na força de trabalho, contemplar casamento e iniciar uma família - o que pode ser desgastante mesmo sem o fardo da doença. "Uma das maiores dificuldades para se fazer algo medicamente é superar os desafios psicossociais", disse Bleyer.

Um número crescente de grupos de defesa e ajuda foi fundado por jovens adultos - muitos deles por sobreviventes de câncer. O Colon Club, por exemplo, visa aumentar a conscientização sobre o câncer de cólon entre os jovens por meio de projetos como a criação de um calendário anual de sobreviventes. A Young Survival Coalition se concentra na defesa de direitos e na conscientização do câncer de mama entre jovens adultos. E o SAMFund fornece apoio financeiro para jovens sobreviventes conseguirem fazer a transição para a vida pós-tratamento.

Mais de 50 organizações dedicadas a assuntos ligados ao câncer entre jovens adultos estão catalogadas em um novo site na Internet, imtooyoungforthis.org, iniciado pela Steps for Living, uma organização sem fins lucrativos de apoio, direitos e comunicação para jovens adultos com câncer.•

Publicado por Paulo Nunes, de Amanda Schaffer, às 11:24.
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30 de Janeiro de 2007
Poderoso suplemento inibidor de apetite, extraído de cacto africano, além de emagrecer é um potente afrodisíaco!

O Hoodia Slim ®  é nome do famoso ativo emagrecedor que virou sensação no mundo todo por inibir o apetite e promover significativo emagrecimento em pouco tempo. O Hoodia Slim ®  é extraído do cacto africano Hoodia Gordonii, além de reduzir o apetite e diminuir a silhueta em poucos dias, exerce função energética e afrodisíaca.

O Hoodia Slim ®  é rico em nutrientes e sais minerais. Atua na fome hormonal, promovendo sensação de saciedade após 60 minutos de sua ingestão.

Como funciona?

HoodiaSlim®  funciona imitando o efeito que a glicose tem nas células nervosas do cérebro, fazendo com que o corpo se sinta satisfeito mesmo que isso não seja verdade, diminuindo-se assim a quantidade de calorias que o seu corpo ingere.

Atua no hipotálamo, que controla, entre outras funções, a fome e o apetite sexual (o que confirma o efeito afrodisíaco).

O HoodiaSlim® emite um sinal ao cérebro dizendo ao corpo que está satisfeito e não necessita de mais alimento. A sensação de saciedade se dá após 50 a 60 minutos da sua ingestão.

É importante destacar que o HoodiaSlim® só atua na fome hormonal, que é aquela que sentimos quando caem os níveis de açúcar no sangue, que geralmente aumenta em regimes rígidos e dietas severas, despertando o desejo  de comer doces e carboidratos. A fome real, aquela que sentimos quando não temos alimento suficiente para que o corpo funcione, não é alterada.  Elimina o desejo de comer quando o organismo não necessita de alimento – elimina os “assaltos a geladeira”.

Origem do Cacto

Hoodia gordonii é uma espécie de cacto suculento dos desertos de Kalahari da África do Sul. Integrantes de uma das mais antigas e primitivas tribos da África do Sul (Tribo San), os bushmen, utilizam o caule e o talo deste cacto há séculos, para enfrentar longos períodos de fome e sede nas longas jornadas de caça.

Apesar de existirem aproximadamente 20 espécies de Hoodia em todo o deserto da África do Sul, o gordonii é o único que contém este inibidor de apetite natural, o P57 encontrado somente no HOODIASLIM.

Os bushmen também utilizam esta planta como energético e afrodisíaco.

Indicação

Indicado para pacientes que necessitem de um inibidor de apetite, em casos de obesidade ou simplesmente para redução de peso. É também utilizado como energético e afrodisíaco.

Dosagens

Recomenda-se utilizar 91mcg, 100% do ativo HoodiaSlim® , ao dia, 45-60 minutos antes das refeições ou conforme prescrição médica.

A Attivos Magisttrais, a maior distribuidora nacional de ingredientes e insumos farmacêuticos, traz o HoodiaSlim® com exclusividade ao Brasil. Disponível em todo país nas famácias de manipulação. www.hoodia.com.br

Publicado por Paulo Nunes, de Fernando Luna - diretor da Pharmacopéia Cil e da Sylvachem Life Sciences - organizações dedicadas aos negócios das Ciências da Vida e Segurança dos Ativos Magistrais – e presidente da Attivos Magisttrais, às 14:27.
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24 Janeiro de 2007
Associação Brasileira de Transplante de Órgãos esclarece dúvidas sobre transplante e doação na Novela Bicho do Mato

No capítulo 173 da novela Bicho do Mato, da Rede Record, previsto para ir ao ar no dia 30 de janeiro, a Dra. Maria Cristina Ribeiro de Castro, nefrologista do Hospital das Clínicas e presidente da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, concede uma entrevista para Lili (Ana Beatriz Nogueira) e Roberto (Augusto Vargas) para falar sobre a questão de transplante e doação de órgãos e tecidos no Brasil.

Na trama, Cecília (Renata Dominguez) está com hepatite medicamentosa e deve precisar de um transplante de fígado. A Dra. Maria Cristina traçou um Panorama da atual situação no país, e os temas abordados foram: fila de espera de transplante, organização das filas, tempo de espera nas filas de transplante, falta de doadores, como se tornar um doador de órgãos e tecidos, quais os órgãos que podem ser doados em vida, riscos para o doador vivo e definição de morte encefálica.

De acordo com a médica, a inclusão do tema de doação e transplante na novela, da maneira como será veiculado, através de uma história real de um doador e de um receptor, acompanhada de entrevistas esclarecedoras sobre o tema, garante que o assunto da doação de órgãos entre de maneira adequada na casa das famílias brasileiras e permita  que muitas pessoas falem sobre o tema e declarem  sua opinião sobre a doação de órgãos. “O impacto desse esclarecimento,  e da história dos personagens Cecília e Juba  serão fortes estímulos ao aumento da doação de órgãos  e tecidos no país,  tão necessários para amenizar o sofrimento dos  mais de 60 mil brasileiros que esperam por um doador”, comenta a médica.

Publicado por Paulo Nunes, por Bruna Bernordi, às 22:22.


23 Janeiro de 2007
Cirurgia no ombro por artroscopia tem atraído cada vez mais pacientes

O grande desenvolvimento nas técnicas de cirurgias do ombro tem deixado cada vez mais otimistas os pacientes que procuram as clínicas de ortopedia. O Instituto Affonso Ferreira, de Campinas, que em 2001 usou a técnica em cerca de 10 pacientes durante todo o ano, em 2006 contabilizou mais de 100 procedimentos, com média de dois por semana. Considerada a coqueluche do momento, a intervenção cirúrgica por meio da artroscopia tem levado para os consultórios pessoas que durante anos sofreram por receio de sentirem dor durante a operação ou ficarem longos períodos em recuperação.

Lesões nos ombros são a segunda queixa mais comum entre os brasileiros que sofrem de algum problema ortopédico - só perdem para dores na coluna. As intervenções cirúrgicas nos ombros pela artroscopia têm aumentado progressivamente, já que o sistema permite que o paciente volte no mesmo dia para casa - pela técnica convencional a internação por alguns dias é inevitável -, o tempo de recuperação reduz pela metade e a dor é infinitamente menor. “Pelo método convencional o paciente necessita de um longo período para voltar a sua rotina normal. Já pela artroscopia, o tempo varia de três a seis meses, dependendo dos cuidados que serão tomados, principalmente com a fisioterapia adequada”, lembra o médico Marcelo Wiltemburg Alves.

Considerada como a maior novidade dos últimos tempos em cirurgia de ombro, a astroscopia permite um diagnóstico mais preciso, já que o médico pode visualizar toda a articulação em sua forma natural de funcionamento. A técnica permite corrigir lesões por meio de pequenos orifícios na pele. “Apesar de simples, a técnica exige um grande aprendizado.  A cirurgia consiste na introdução de uma micro-câmera na articulação e as imagens obtidas por meio de um monitor  permitem que seja verificada a presença ou não de tecidos lesionados. Quando o paciente é submetido a procedimento convencional, ou seja, cirurgia aberta, os tecidos normais são afetados, o que não ocorre na artroscopia”, diz Marcelo.

Por meio da artroscopia é possível conseguir os mesmos resultados das cirurgias convencionais, como tratar a junta da clavícula, costurar tendões, desbastar o osso sem a inconveniência de grandes cortes e internação do paciente. No procedimento de cirurgia aberta, a equipe médica pode demorar até uma hora e meia para chegar na articulação. Já com a artroscopia este tempo é extremamente reduzido, diminuindo o risco de complicações, infecções e outras ocorrências, completa Marcelo. Outra boa notícia para quem sofre de problemas no ombro é que a cirurgia pode ser realizada pelos planos de saúde.

Publicado por Paulo Nunes, por Ivan Umberto Fontana, às 21:27.


15 Janeiro de 2007
Brasil testa gel anti-HIV derivado de alga marinha

O vírus HIV deverá ter um novo inimigo no Brasil nos próximos anos. Ele vem do mar, mais precisamente de uma espécie de alga (Dictyota pfaffii), que vive no litoral brasileiro.
Pesquisadores do IOC (Instituto Oswaldo Cruz), da UFF (Universidade Federal Fluminense) e da Fundação Ataulpho de Paiva começam no mês que vem a segunda fase de testes de um gel microbicida, feito de uma substância isolada da alga e destinado a impedir a transmissão sexual do parasita.

"Nesta fase pré-clínica, que vai começar, vamos fazer testes em camundongos e em células também vivas do colo do útero" disse à Folha o imunologista Luiz Castello Branco, coordenador do estudo.

Na fase inicial do projeto, feita durante os três últimos anos, a eficiência do medicamento foi de 95%. "Vamos, com certeza, chegar ao produto final com uma eficiência superior a dos 50%", garante Castello Branco.

Segundo o pesquisador, estudos feitos na África mostram que um produto com uma eficiência de 30% já seria suficiente para baixar em 40% o número de casos no continente mais afetado pela Aids.

A barreira físico-química criada pelo gel, diz Castello Branco, será muito importante em termos de saúde pública. "A mulher poderá usar esse método mesmo sem o homem saber. É normal que maridos promíscuos não queiram usar preservativo durante as relações sexuais com suas mulheres."

A expectativa da equipe de cientistas é que essa nova fase de testes termine até o fim do ano. Os experimentos em humanos começariam em 2008. "Agora já vamos testar a segurança do produto, e também a dosagem ideal", explica o pesquisador do IOC.

Incógnitas
Na fase clínica é que são estudados também os efeitos colaterais do medicamento. Outra pergunta ainda sem resposta é qual o período de proteção a ser garantido pelo gel preservativo.

Segundo o coordenador do estudo, esse microbicida é apenas o primeiro de origem nacional que será testado nas fases pré-clínica e clínica. "Já temos um outro, nos mesmos moldes, que vai começar a ser avaliado nos próximos meses. Nossa intenção é criar um centro de teste de microbicidas aqui", afirmou.

Apesar de o projeto ser único no Brasil, o desenvolvimento de um gel para a prevenção da Aids já vem sendo feito, por mais tempo, em laboratórios localizado nos Estados Unidos e na Europa. "O que estamos desenvolvendo será o primeiro inteiramente nacional."

Publicado por Paulo Nunes, de EDUARDO GERAQUE, às 09:43.


27 de Dezembro de 2006
SAÚDE: Aumento do FPS não significa aumento da proteção ao câncer de pele

Protetor Solar com FPS acima de 30 pode causar TPM, nas mulheres e câncer testicular, nos homens

Estudos americanos e europeus revelam os riscos, para pele e saúde, causados pelo uso de protetor solar acima de FPS 30

O FDA (Órgão Americano que regulamenta a liberação de medicamentos) e o EMEA  (Órgão Europeu), adotaram, em junho-julho de 2006, que o FPS (Fator de Proteção Solar) máximo dos filtros solares não deve exceder a 30. A regulamentação deve-se ao risco de protetores e filtros solares acima de 30 desencadearem reações adversas, em função do ao aumento da quantidade de substâncias químicas necessárias na composição para poder se aumentar o FPS.

Ou seja, para se aumentar o FPS é necessário um grande aumento de sustâncias químicas na formulação do produto, o que acarreta danos acumulativos para saúde.

Nas avaliações e estudos dos órgãos americanos e europeus, mais grave que os danos causados à pele (sensibilização, irritação, vermelhidão cutânea, dor, coceira, alergia, edema, bolhas) são os danos e prejuízos causados à outros órgãos do corpo.

Nas mulheres, os testes concluíram que a grande quantidade de substâncias químicas contida nos protetores e filtros solares acima de 30 FPS podem causar: endometriose, cisto uterino, doença fibrocística nos seios, aumento do seio, predisposição ao câncer uterino, dor de cabeça, severa tensão pré-menstrual, alterações no ciclo menstrual. Já nos homens pode ocorrer: diminuição na quantidade de esperma, feminização do corpo, desenvolvimento de seio, diminuição do pênis, aumento na incidência de câncer testicular.

“Os filtros solares com valores de FPS maiores que 30 representam a falsa idéia de “Super Proteção”, eles promovem exposição desnecessária e imprudente de substâncias tóxicas ao organismo”, afirma Fernando Luna – diretor da Pharmacopéia Cil e da Sylvachem Life Sciences  - organizações dedicadas aos negócios das Ciências da Vida e Segurança dos Ativos Magistrais.

Os fabricantes mundiais de produtos e princípios ativos destinados à proteção solar estudam a melhor opção para diminuir os riscos de danos, toxicidade e alergia. As indústrias e os dermatologistas americanos e europeus estão optando por formulações contendo uma nova substância de origem japonesa com altíssima tecnologia de micro-encapsulamento, chamada SILASOMA ® .

O SILASOMA ® forma uma película na pele que promove sua proteção contra os raios UVA e UVB, e, da mesma forma, através desta película impenetrável  garante a integridade do organismo, impossibilitando a absorção dos ingredientes químicos e danosos através da pele. Estudado e aprovado pelos mais respeitados órgãos mundiais de saúde, pode ser utilizado por adultos, bebês, crianças, gestantes e lactantes. Disponível no Brasil nas farmácias de manipulação, através prescrição dermatológica. 

http://www.attivosmagisttrais.com.br/silasoma/

Fonte: Fernando Luna - diretor da Pharmacopéia Cil e da Sylvachem Life Sciences  - organizações dedicadas aos negócios das Ciências da Vida e Segurança dos Ativos Magistrais – e presidente da Attivos Magisttrais.•

Publicado por Paulo Nunes, às 11:58


22 de Dezembro de 2006
SAÚDE: VO2 MAX da Integralmedica ajuda a evitar desidratação no verão

A água representa entre 40% e 70% da massa corporal, e 65% a 75% do peso do músculo. Sem água não há como sobreviver. Ela é importante para lubrificar as articulações, difundir gases, estruturar e dar forma ao corpo, promover a estabilidade térmica (absorve calor sem aumentar a temperatura) e garantir o equilíbrio ácido-base do organismo. Para um adulto em condições normais, a recomendação é de 35ml por kg de peso corporal, ou de 2 a 2,5 litros de água por dia. Quanto mais intenso for o exercício praticado, maior a excreção de água do organismo e, conseqüentemente, maior a necessidade de reposição. Nesses casos, a melhor maneira de evitar a desidratação é ingerir 500 ml de água minutos antes de treinar, e 250 ml a cada 20 minutos de atividade física.

Quando se pratica exercícios, a temperatura corporal aumenta rapidamente e ocorre a transpiração para eliminar esse calor. Com o calor há a perda de líquidos e sais minerais, como o sódio e o potássio, fundamentais para o bom funcionamento do organismo, que fica desidratado se não houver a reposição. O consumo adequado de líquidos antes, durante e depois de uma atividade física é uma prática nutricional de extrema importância para melhorar o desempenho e proteger a saúde e o bem-estar.

A desidratação ocorre quando há uma perda de água corpórea muito grande, o que reduz o volume sangüíneo, causa fadiga precoce e altera a freqüência cardíaca, porque o esforço feito pelo organismo para manter o suprimento sangüíneo dos músculos ativos e órgãos vitais, é muito grande. Isso aumenta o risco do surgimento de doenças provocadas pelo calor, afeta a força muscular, desencadeia cãibras e hipertermia e prejudica o desempenho e a recuperação. Para evitar a desidratação é necessário consumir uma quantidade de líquidos equivalente àquela que o organismo perde com o suor.

Quando a sede aparece é porque o organismo tem 2% a menos de líquidos no peso corporal. A sede não é um indicador das necessidades hídricas, os sinais de advertência da desidratação incluem:

- Dor de cabeça

- Fraqueza

- Fadiga

- Vertigem

- Irritabilidade

- Cãibras musculares.

Ao se movimentar durante uma atividade física, principalmente em ambientes mais quentes, a temperatura do corpo se eleva. As contrações musculares que ocorrem, através de uma energia que produz calor, deve ser dissipada para não alcançar uma temperatura fora de padrões aceitáveis pelo nosso organismo. Por esse motivo o corpo transpira. Como exemplo: uma pessoa de 70 kg correndo a 10 km por hora pode ter sua temperatura corporal elevada em até 9 graus centígrados. E a quantidade de água e sais minerais perdidos é a mesma em ambientes quentes ou dias úmidos.

A água também pode ser ingerida através dos alimentos, já que após sua oxidação ocorre a liberação de água.

Existem no mercado algumas bebidas que cumprem o papel de hidratar o organismo. Algumas ainda repõem sais minerais, outras fornecem energia através de seus componentes. Conhecer os benefícios e a forma de atuação de cada uma é fundamental para fazer a escolha certa.

Bebidas energéticas - São normalmente bebidas com cafeína (estimulante), além de uma grande quantidade de açúcar, por isso, o nome energético, devido a energia proveniente do açúcar, além de aminoácidos e vitaminas, entre outras substâncias. Devem ser consumidas com moderação e não com a finalidade de hidratação, pois a combinação açúcar e cafeína auxiliam na eliminação de água devido ao efeito diurético da cafeína e conseqüente aumento da sede.

A Integralmédica, empresa líder no mercado de suplementos nutricionais para praticantes de atividades físicas, lançou em 2006 o VO2 Max, uma bebida energética com a função de retardar a fadiga muscular e melhorar o rendimento físico nos treinos e competições esportivas. Combina carboidratos simples (de rápida absorção) e proteínas hidrolisadas do soro do leite e do trigo, em proporção ideal para agirem como fontes energéticas importantes, principalmente nas atividades físicas intensas e de longa duração. Para facilitar o consumo durante o exercício, o produto foi disponibilizado na forma de gel, em embalagens tipo sachês, sem provocar aquela sensação de estômago pesado, mas também está disponível em pó.  O consumo do VO2 Max após o treinamento também auxilia na recuperação muscular, preparando o organismo para a próxima sessão de exercícios, e proporcionando ao atleta uma rápida reposição dos nutrientes perdidos durante o esforço físico.

VO2 Max possui vitaminas C e D e os minerais sódio e potássio, o que lhe confere a função de anti-oxidante que combate os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento precoce.

Bebidas isotônicas - São soluções cuja concentração de moléculas (osmolalidade) é semelhante aos fluidos do nosso corpo, usadas principalmente para repor água e sais minerais perdidos pela transpiração ou outras formas de excreção, pois não interferem no equilíbrio hidroeletrolítico do corpo. São exemplos de bebidas isotônicas: o soro caseiro, a água de coco, e isotônicos industrializados como Gatorade, SportDrink, Marathon etc. Podem ser consumidos por praticantes de atividade física, mas gestantes, lactantes, hipertensos, diabéticos, celíacos e pessoas com doenças renais não devem consumir o produto industrializado.

Água de coco - Líquido riquíssimo porque contém muitos nutrientes. É considerado um isotônico natural já que apresenta vários eletrólitos como sódio, potássio, fósforo e cloro, por isso possibilita uma absorção mais rápida, recuperando as perdas dos minerais. É um líquido perfeito para repor água e eletrólitos perdidos em atividades físicas ou desidratação. Também possui na sua composição carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e fibras.

Suco de frutas - Ricos em vitaminas e minerais, os sucos de frutas fazem bem o papel de repositores hidroeletrolíticos. Além de refrescantes, fornecem energia, acalmam e hidratam. Devem ser alternados com a água e não ingeridos para substituí-la.

Água - O melhor nutriente na reposição de líquidos para o corpo. A água não faz mal nenhum, recomenda-se beber o máximo possível durante o dia.

Um dos erros mais absurdos cometidos por quem quer perder peso, é envolver o corpo com plástico e achar que desta forma vai emagrecer. Na verdade isso só vai causar malefícios, porque não diminui nenhuma gordura a mais do que deveria, os poros ficarão sem liberdade para respirar, impossibilitando assim a correta transpiração e, conseqüentemente, desequilibrando a temperatura corporal, podendo causar febre, convulsões, pressão alta e até ataque cardíaco.

Da Assessoria de Imprensa

GC Comunicação

Com Grace Caribe ou Carla Regina

carla@gracecaribe.com.br

grace@gracecaribe.com.br

Tel. (11) 3078-2323 - R. 115 e 121.•

Publicado por Paulo Nunes, às 22:01


20 de Dezembro de 2006
SAÚDE: Cuidados necessários para recuperar a pele dos efeitos Pós-verão

O verão sempre deixa marcas e além das agradáveis recordações, pode deixar ainda manchas, "descascados" e até mesmo a pele ressecada. Aí é hora de tomar as devidas providências para mantê-la sempre hidratada e saudável.

Nestes casos, esfoliação e hidratação são as palavras de ordem para recuperar a beleza e maciez do corpo e, principalmente, do rosto que é uma região mais delicada. Segundo o cosmetólogo e mestre em Dermofarmácia e Tecnologia de Cosméticos, Marcelo Schulman, a desidratação da pele nessa época do ano é muito comum. "Como o organismo perde mais água do que repomos, a pele vai ressecando e as células da superfície vão descamando, provocando o ressecamento e a aspereza", completa Schulman.
As manchas, além de provocadas por agentes químicos, podem surgir também em conseqüência de alguma disfunção do organismo. "À medida que a pele é exposta ao sol, fica mais morena, alterando seu pigmento natural na camada superficial, devido ao processo que as radiações ultravioletas A e B desencadeiam no organismo", explica o especialista.

Conseqüentemente, a pele poderá apresentar uma coloração irregular que dará origem às tão famosas e indesejáveis manchas de sol.

Três passos são fundamentais para suavizar tais marcas e proporcionar uma cor uniforme, além de hidratar a pele: higienização, esfoliação e hidratação, esta com proteção solar sempre. Vale lembrar que a escolha do produto mais adequado para cada tipo de pele é importantíssima para obter um resultado positivo nos cuidados de estética.

- Higienização: elimina as impurezas e resíduos que podem ficar na pele. É fundamental realizar o processo de higienização com uma emulsão não muito oleosa, à base de extratos vegetais.
Dica: Sabonete Calmante Vita Equilíbrio

- Esfoliação: o ideal é aplicar um peeling à base de microesferas de polietileno para eliminar as células mortas e as asperezas.

Dica: Peeling de Laranja da VitaDerm para regiões mais ásperas como joelhos, cotovelos e pés

- Hidratação Profunda: deve ser realizada com cremes hidratantes à base de uréia, vitaminas A, C e E e Filtro Solar.

Dicas: Vita C Hidra Complex - FPS 8, Mousse Facial FPS 20, Hidrogel Facial FPS 15.

Se as manchas persistirem, o mais aconselhável é evitar a exposição solar até que a pele volte à cor natural, além de procurar um profissional de estética ou um dermatologista.

FONTE: Consultoria: Dr. Marcelo Schulman - Cosmetólogo Master em Dermofarmácia e Tecnologia de Cosméticos e Presidente da Vita Derm.•

Publicado por Paulo Nunes, às 18:01


20 de Dezembro de 2006
SAÚDE: Circuncisão pode reduzir em 50% o risco de HIV, diz estudo

Dois testes realizados na África mostraram que a circuncisão pode reduzir pela metade o risco de transmissão de HIV. O resultado dos estudos, que foram conduzidos pelos Institutos Nacionais da Saúde, ligados ao governo dos Estados Unidos, foi divulgado nesta semana. A circuncisão estava sendo oferecida a oito mil homens nos dois países, como parte de um levantamento sobre a relação entre a operação e a Aids.

As conclusões do estudo seriam divulgadas no ano que vem, mas os primeiros resultados foram tão positivos que os pesquisadores consideraram que seria antiético não realizar circuncisões nos homens que estavam sendo usados como referência para comparar a eficência do procedimento, o chamado grupo de controle.

Em 2004, uma pesquisa australiana já havia descoberto que o prepúcio - a pele ao redor do pênis que é removida na operação de circuncisão - contém células que são particularmente vulneráveis ao HIV.

Os primeiros estudos sobre a relação entre circuncisão e HIV foram feitos nos anos 80. Na África do Sul, uma amostragem clínica com três mil homens feita no ano passado já havia detectado que o risco de contaminação havia caído 60% após a operação.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que a descoberta é importante, mas enfatizou que o procedimento não deve nunca substituir o uso de camisinhas, que é considerado o meio mais seguro de prevenção contra a Aids.

No começo do próximo ano, a OMS deve promover uma conferência para discutir como transformar em políticas públicas as descobertas realizadas até agora.

FONTE: Por Redação, com BBC - de Londres •

Publicado por Paulo Nunes, às 17:30


14 de Dezembro de 2006
SAÚDE: Fogos de artifício: Bonito para os olhos. Um perigo para as mãos.

Uma em cada dez pessoas que mexe com fogos de artifício tem membros amputados, principalmente dedos. Além de provocar queimaduras, quando explodem, os fogos podem causar mutilações, lesões nos olhos e até surdez.

As lesões agudas da mão são responsáveis por 20% de todos os traumas que chegam às emergências dos hospitais no Brasil. Preocupada com esses índices, a Associação Brasileira de Cirurgia da Mão (ABCM) lança a Campanha Nacional de Prevenção a Acidentes e Traumas da Mão. A primeira ação da campanha acontece em dezembro e visa alertar para os riscos dos acidentes com fogos, que podem provocar queimaduras graves e até mutilações e amputações das mãos.  O presidente da ABCM, Dr. Luiz Carlos Angelini, adverte que a imprudência e a falta de informação são os principais motivos para esta alarmante incidência.
           
“Muitas pessoas compram os fogos, mas elas dão pouca importância para o alto risco desses artefatos, que podem causar mutilações irreversíveis”, alerta o especialista.

O uso de fogos de artifício pode provocar queimaduras (70% dos casos); lesões com lacerações/cortes (20% dos casos); amputações dos membros superiores (10% dos casos); lesões de córnea ou perda da visão e lesões do pavilhão auditivo ou perda da audição. As pessoas mais atingidas são homens com idade entre 15 e 50 anos e crianças de 4 a 14 anos.

Segundo o especialista, é nas festas de fim de ano que ocorre o maior índice de acidentes com fogos de artifício, incluindo as explosões com bombas, que têm um alto poder de mutilação.  “Vemos muitas pessoas tentando orientar sobre a maneira de correta de manusear fogos de artifício. O objetivo de nossa campanha é mostrar a realidade, os perigos que esses produtos oferecem e manter as pessoas distantes dessa prática”. O médico orienta que apenas profissionais habilitados devem manipular material explosivo. “Existe uma lei que regulamenta a comercialização de fogos e proíbe que sejam vendidos para crianças”, afirma Dr. Angelini.

A campanha da ABCM promoverá ações de conscientização por todo o país. Médicos especializados em cirurgia da mão estão engajados na divulgação de mensagens de alerta sobre os riscos de acidentes causados principalmente pelo manuseio de fogos de artifícios.

Algumas pesquisas apresentadas no Congresso Brasileiro de Cirurgia da Mão, realizado este ano, revelam que os acidentes de trabalho e as agressões são responsáveis pela maior parte dos casos de urgências de cirurgias de mão, mas durante essa época do ano, aumentam significativamente os casos de acidentes com fogos de artifício.

Para o especialista em cirurgia da mão Jefferson Braga Silva, é preciso “atenção extrema” ao lidar com fogos de artifício, principalmente no caso de crianças, que “não têm noção do perigo a que estão expostas”, comenta o vice-presidente da ABCM. O médico destaca a importância de prestar um atendimento adequado nos casos de acidentes com traumas na mão.  “O atendimento especializado e imediato reduz significativamente o incidência de seqüelas graves”, orienta.  

Alguns cuidados para curtir o reveillon com segurança

Não segure os fogos de artifício com as mãos.
Prenda o rojão em uma armação, em uma cerca ou em um muro, e não fique próximo na hora de acender.
Não tente acender fogos que falharem.
Dispare os fogos somente ao ar livre, um de cada vez, e veja se não há substâncias inflamáveis ou redes elétricas nas proximidades.
Tenha sempre um recipiente de água por perto para colocar os foguetes já usados, ou aqueles que falharam, para não haver riscos de novas explosões.
Confira sempre o certificado de garantia do foguete.

Nunca associe bebida alcoólica ao uso de fogos.

Informações para Imprensa: Miriam Temperani/Sintonia Comunicação/Tel (11) 3542-0472/redação@sintonia.com.br•

Publicado por Paulo Nunes, às 09:01


07 de Dezembro de 2006
SAÚDE: Seja mais amiga da sua mama

É fundamental o auto-cuidado e uma intimidade maior entre a mulher e sua mama este órgão da anatomia tão dinâmico, símbolo da provisão do alimento, da vida, da sensualidade. O uso de um sutiã adequado preserva os tecidos de sustentação e quanto mais cedo a mulher começar a usá-lo melhor será mantido o aspecto geral da mama.  Na gravidez, já é uma conduta médica no pré-natal a indicação de um bom sutiã de sustentação, e principalmente no aleitamento a fim de acomodar anatomicamente os ductos lactíferos, e em geral para as mamas que podem ter acréscimo de gordura em função de aumento de peso.

CONHECENDO SUA MAMA
As mamas são basicamente constituídas por três tipos de tecidos: o glandular, o fibroso e o gorduroso. O tecido glandular, responsável pela produção do leite, é formado por unidades secretoras chamadas ácinos que se interligam por um conjunto de canalículos ramificados (ductos) – semelhantes às hastes de um cacho de uvas – que drenam o leite produzido nos ácinos até o mamilo. O tecido fibroso tem a função de sustentação das estruturas internas, estas estruturas são os chamados ligamentos de Cooper, são responsáveis por manter a “arquitetura”, como as vigas de um prédio em construção. A gordura por sua vez, além de revestir toda a glândula, preenche os espaços entre os ácinos, os ductos e as traves fibrosas, contribuindo de maneira importante para a forma, volume e contorno das mamas.O peso das mamas pode variar naturalmente de 150 á 900gr. A aréola contém glândulas sebáceas, sudoríparas e glândula areolares acessórias, que apresentam uma estrutura intermediária entre a verdadeira glândula mamária e a glândula sudorípara. A rica inervação sensorial das mamas, principalmente da aréola e da papila, constitui uma grande importância funcional, já que a sucção desencadeia uma série de mecanismos nervosos e neuro-hormonais que acarretam a liberação de leite e a manutenção de uma diferenciação glandular essencial para a continuidade da lactação.

SEIOS SAUDAVEIS NA GRAVIDEZDurante a gravidez as mamas são preparadas para o aleitamento, passando a existir uma carga maior sobre as fibras de sustentação das mamas.
Drª. Márcia Freitas presidente da Sociedade Cearense de Mastologia e a Profª Mestre e Fisioterapeuta Cleoneide Paulo Oliveira Pinheiro, profissionais envolvidas com a mama, estão também grávidas e conheceram o Belle Santé, “o sutiã amigo do peito”, em eventos da área. Para elas foi a melhor opção para o conforto das mamas durante a gestação, porque ele imobiliza as mamas e tem as alças largas, preservando os ombros do peso característico das mamas nesta fase. Drª. Márcia diz até que está dormindo com ele. A Profª Cleoneide ficou tão surpreendida com os resultados que já elaborou um projeto de pesquisa na Faculdade Integrada do Ceará para analisar as mulheres gestantes e uso do Belle Santé.

O MELHOR AMIGO DO PEITOO Belle Santé é considerado primeiro sutiã anatômico terapêutico do Brasil. Anatômico em função dos detalhes de bojo: com pences tridimensionais que acompanham o formato da mama acomodando-as e sustentando-as confortavelmente. As alças mais largas e acolchoadas trazem conforto e o extensor facilita o retorno venoso da região do tórax na base das mamas. É terapêutico porque faz parte de um tratamento diário para os seios, proporcionando uma perfeita sustentação pela preservação da elasticidade das fibras, contribuindo assim para a firmeza e preservação das formas dos seios com uso contínuo.Além disso, ele pode auxiliar na prevenção de patologias que incluem uma saudável circulação sangüínea e drenagem linfática da região como é o caso Ingurgitamento mamário, mastites, bloqueio de ductos mamários, abscesso mamário e galactocele, porque mantêm os ductos lactíferos em posição anatômica e imobilizados.

O sutiã Belle Santé foi testado e aprovado pelo ETV – Laboratório de Ensaios Tecnológicos em Vestuário - SENAI Vestuário São Paulo.

Pode ser encontrado em drogarias e farmácias além de estar presente nos hospitais filantrópicos como o Instituito do Cancêr do Ceará, Santa Casa de Mauriti (interior de Fortaleza), o Hospital Santa Marcelina em São Paulo, as Santas Casas de Barretos (interior de SP) e Mogi das Cruzes (interior de SP) e Fundação Amaral Carvalho localizada em Jaú (interior de SP), onde 25% da renda obtida é retornada para estes hospitais.

Do www.bellesante.com.br / Assessoria de Imprensa: Julianna Santos / (11) 32140339/91002540 / julianna.santos@ig.com.br•

Publicado por Paulo Nunes, às 22:32


07 de Dezembro de 2006
SAÚDE: Infertilidade masculina - Varicocele é uma das causas mais comuns

Há Vaté pouco tempo, a infertilidade conjugal era tratada e vista como um problema exclusivamente relacionado às mulheres, tendo os homens pouco ou nenhum envolvimento com a situação. Segundo Sidney Glina, urologista, especialista em reprodução humana e um dos diretores do Projeto Beta - Medicina Reprodutiva com Responsabilidade Social - atualmente, o papel do homem no casal infértil é tão importante como o da mulher, sendo o homem portador de uma alteração que leva à infertilidade em até metade dos casais que procuram tratamento. “Dessa forma, a investigação do homem, por um médico urologista, é tão necessária quanto à da mulher e deve ser realizada ao mesmo tempo”, afirma.

De acordo com o especialista, a varicocele - dilatação do conjunto de veias que drenam o sangue utilizado pelos testículos - é uma das causas mais comuns da infertilidade masculina, ocorrendo em até 40% dos homens avaliados, nos centros que tratam infertilidade conjugal. “Essa dilatação é causada por uma inversão no sentido do sangue nestas veias, ou seja, o sangue ao invés de subir pelas veias, desce de volta ao testículo. Esse acúmulo de sangue usado (venoso) no testículo pode causar alterações na produção e na qualidade dos espermatozóides, que causam diminuição na qualidade e na capacidade de fertilização do óvulo”, relata.

O médico explica que as alterações na qualidade dos espermatozóides são detectadas inicialmente no espermograma (análise seminal), através da constatação de mudanças na forma dos espermatozóides, diminuição da quantidade, e/ou da movimentação. “O diagnóstico da varicocele é realizado no exame físico na inspeção e palpação do cordão inguinal, uma vez que estas veias podem ser visíveis ou palpáveis na bolsa testicular”, relata.

O tratamento da varicocele é cirúrgico quando é realizada a ligadura das veias dilatadas, interrompendo o refluxo de sangue usado aos testículos. “Nessa cirurgia, é utilizado microscópio para a correta identificação das veias, artérias e linfáticos com o objetivo de ligar somente as veias”, afirma Glina.O controle é feito após três, seis e até nove meses depois da cirurgia, respeitando o tempo de produção de "safras" novas de espermatozóides, após a correção da varicocele. “O tratamento, em média, vai causar melhora do sêmen em até 60% dos pacientes e gravidez em até 40% dos casais”, conclui.

Outras causas da infertilidade masculina, segundo o especialista

Congênitas - Alguns problemas de nascença (malformações congênitas) podem causar infertilidade. Um exemplo importante é a criptorquidia (posicionamento dos testículos fora do escroto) que, apesar da correção, pode levar à infertilidade. Existem outros problemas como as hipospádias (mal posicionamento da uretra), que impossibilita a correta deposição do sêmen, no fundo da vagina, impossibilitando a gravidez.

Genéticas - As causas genéticas são importantes em pacientes que não têm espermatozóides no ejaculado (azoospermia) ou que apresentam uma concentração inferior a cinco milhões de espermatozóides por mililitro de sêmen (oligozoospermia severa). Outra causa importante é a agenesia congênita bilateral dos vasos deferentes que é determinada pela existência de uma mutação no gene causador da fibrose cística pulmonar e se manifesta clinicamente como azoospermia.

Hormonais - Alterações no comando hormonal da produção de espermatozóides levam à infertilidade. Essas alterações podem estar nos locais de produção dos hormônios (hipófise ou testículos) ou nos locais de ação destes hormônios (tecidos periféricos). 

Diopáticas - São chamadas de idiopáticas todas as causas que são desconhecidas, até o presente momento. É importante ressaltar que nenhum tratamento clínico empírico é justificável devido à ausência de benefícios e, principalmente, à possibilidade de piora do quadro dependendo da medicação utilizada.

Sobre o Projeto Beta

O Projeto Beta é o primeiro centro especializado em medicina reprodutiva privado a tratar a infertilidade com responsabilidade social. O objetivo é oferecer soluções para problemas de fertilidade aos cerca de 15% dos casais que enfrentam dificuldades em obter gestação. “É uma iniciativa de um grupo de médicos frustrados com o abandono de tratamentos, por parte de vários casais, devido à falta de condição financeira, além das dificuldades encontradas no sistema público de saúde”, afirma um dos diretores do Projeto, dr. Newton Eduardo Busso. O grupo colocou o seu laboratório particular (Alfa – Aliança de Laboratórios da Fertilização Assistida) para atender os casais com dificuldades econômicas, sendo a triagem feita por uma assistente social, que adapta o custo do tratamento à possibilidade de cada casal.

Busca oferecer excelência no atendimento a casais inférteis e encontrar uma solução eficaz para o problema específico de cada um, utilizando estratégias que facilitem o acesso a tratamentos de infertilidade. É formado por uma equipe multidisciplinar de 50 profissionais, entre eles ginecologistas, urologistas, enfermeiros, biólogos e embriologistas, e liderado pelos médicos: Elvio Tognotti (médico assistente do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo); Jonathas Borges Soares (membro da Rede Latino-Americana de Reprodução Assistida); Nelson Antunes Junior (responsável pelo departamento de reprodução humana da Faculdade de Medicina do ABC); Newton Eduardo Busso (professor assistente da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa); e Sidney Glina (presidente da Sociedade Brasileira de Urologia).

Idealizado no fim de 2004, o Projeto Beta contou com seus primeiros atendimentos e procedimentos, em janeiro de 2005. Até hoje, já nasceram 27 bebês, frutos dos tratamentos do Projeto. Segundo os diretores, 30% dos procedimentos, já realizados, obtiveram sucesso. “O resultado está dentro das nossas expectativas”, afirma dr. Jonathas Borges Soares.

Palestras gratuitas

A cada 20 dias, o Projeto realiza palestras gratuitas com o objetivo de orientar os casais sobre os tipos de tratamentos oferecidos, além de esclarecer dúvidas sobre os problemas de fertilidade. Logo em seguida, são agendadas consultas com especialistas, que detectam os tipos de tratamentos para os casos. Das consultas, os pacientes são encaminhados à assistente social. Nesta etapa, é realizado estudo para a adequação do custo do tratamento ao perfil sócio-econômico dos casais.

O local das palestras é a avenida Angélica, 688 - auditório do 1° andar - bairro Higienópolis, São Paulo. As inscrições devem ser feitas pelo telefone (11) 3826-7017, de segunda a sexta, a partir das 14h00. A próxima será no dia 20 de janeiro de 2007.

Mais informações para a imprensa: (11) 5573-5576 / (11) 5549-3887 // Flávia Popov - (11) 8272-8040 // Tiago Oliveira - (11) 7678-4609.•

Publicado por Paulo Nunes, às 21:17


 
 
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Perfil

Paulo Nunes
É jornalista e advogado;
• Iniciou no jornalismo em julho de 1987, como repórter do jornal ‘O Radar’ de Vitória da Conquista;
Foi repórter do Correio da Bahia em 1998;
Foi repórter da Revista Panorama da Bahia da Cidade de Feira de Santana;
• Foi repórter e colaborador da Revista ‘A Bahia de Hoje’;
Em 1990, criou o ‘Jornal Hoje’ de Vitória da Conquista;
• Em 2001, foi editor chefe do ‘Diário do Sudoeste’ de Vitória da Conquista;
Em 2001 iniciou como comentarista do Programa ‘A Cidade em Revista’ da Rádio Clube de Conquista, junto com o radialista Edmundo Macedo;
• No dia 14 de julho de 2004, por determinação da direção da Rádio Clube de Conquista, se tornou apresentador do Programa ‘Tribuna Livre’ que vai ao ar de segunda a sexta-feira, ao meio dia pela Rádio 96 FM - um programa líder de audiência no horário.

 
 
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