Valho-me deste espaço, que, também, se presta à moção de agradecimentos, não ficando restrito, portanto, às notas culturais e de notícias da região, bem como, de postagens de artigos de colunistas e outros agitadores culturais radiofônicos. Deste, valho-me para agradecer ao nobre, valoroso e amigo escritor Francisco Ribeiro, de quem eu recebi, com grata satisfação, um comentário ao meu escrito “Aquarela Conquistense” que foi postado neste blog.
Amigo Ribeiro, eu sei, que a vida de escritor (que ainda não me considero), é árdua, e, nem sempre dela colhemos os louros, que, tanto nos alimentam, como também servem de combustíveis para que, possamos, em desculpa da nossa popularidade, continuarmos a escrever. Você, em muito me sensibilizou com o seu comentário, vindo de você, só tenho que agradecer. Permita-me, todavia, não exatamente discordar, mas, fazer um adendo; o título do seu comentário refere-se ao “Saudosismo”, antes, mas, muito antes mesmo de ser saudosismo, quis com a minha crônica, fazer um retrato falado e sucinto da nossa história, esta que, as fotografias postadas neste blog não contam, tampouco, foram tempestivamente fotografadas. Sei que o amigo não é dado a gratuidades, é sempre verdadeiro, lhano no seu trato com as pessoas; cala-se sempre, a ter que magoar. Quando o nobre escritor faz um comentário, e que, por vezes parece ter sido maldoso, sei que, todas as medidas do possível e impossível já foram transpostas, afinal, nem Cristo suportou!
Quero também agradecer, pelo seu livro que, mui gentilmente mo enviastes, gostei muito. O seu livro “Dias de Outubro” tem muita sensibilidade, astúcia, intriga e muito suspense; a trama é de tirar o fôlego! A lamentar, a minha ausência em sua noite de autógrafos, eu gostaria muito de estar presente, também, de aproximar você ao Esechias Araújo Lima, que, sabe como ninguém, valorizar um grande emergente na literatura como você tem parecido aos meus olhos. Ribeiro, meu amigo, o seu livro, em comento, está sem prefácio. No seu próximo livro, que, com certeza há de vir, se você me concederes a honra, eu gostaria muito de prefaciar.
Abraços,
Francisco Silva Filho – Curitiba-PR

